Manto Tupinambá – Soneto –

Era um jaguar na sua mata
que mata e vinga o seu povo,
devora o inimigo como um ovo
na certeza da dose exata.

Sua grande e fortificada aldeia
abraça este povo guerreiro,
espalhando o medo como uma teia
ao resto do mundo inteiro.

Os ventos ainda sopram forte,
e o jaguar ainda preza a dignidade,
deslizando suave nas flores do manacá.

E mesmo na nossa fria modernidade,
seu vermelho manto tupinambá é
símbolo da sua memória e identidade.

Alexandre

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Alexandre

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