Era um jaguar na sua mata
que mata e vinga o seu povo,
devora o inimigo como um ovo
na certeza da dose exata.
Sua grande e fortificada aldeia
abraça este povo guerreiro,
espalhando o medo como uma teia
ao resto do mundo inteiro.
Os ventos ainda sopram forte,
e o jaguar ainda preza a dignidade,
deslizando suave nas flores do manacá.
E mesmo na nossa fria modernidade,
seu vermelho manto tupinambá é
símbolo da sua memória e identidade.
Alexandre
Comentários
Excelente poema, Alexandre! Parabéns