No Tempo do Encanto
No tempo em que o amor exalava encanto
E sonhar era a tela preferida
A brisa escreveu versos pelos cantos:
Que a ternura era a cena repetida.
Versos que hoje ecoam saudade e pranto
E por onde vou, é algema, é brida.
Lembrá-la aos olhos não traz desencanto
É uma bela história de uma vida.
Mas quando a noite exala teu perfume:
Que a brisa traz minha alma em queixume;
Em silêncio, teu vulto rememora.
O pensamento vai buscar teu lume
Em cada estrela vejo teu costume;
Que o coração alenta e por ti implora!
Márcia Aparecida Mancebo
Comentários
O perfume é identidade
um sussurro que marca a alma.
Invade-nos como um mar revolto,
derrama memória, acende lembranças,
desvela tudo o que fomos e ainda somos.
E eu… eu amei essa saudade
regada à mais íntima poesia.
Parabéns menina
Bjinho
Obrigada, Isa. Bjinhos
Márcia
um versar muito bonito
um abraço
Obrigada Davi. Um abraço
Lindos versos, querida!
Meus aplausos
Beijosss
Obrigada Ciducha. Bjinhos
Saudações poéticas Márcia, por mais uma pérola em forma de versos, você transmuta fonemas, morfemas e poemas em fagulhas de eternidade! Parabéns! ©JoaoCarreiraPoeta.
Obrigada João. Um abraço
Parabéns amiga Poetisa Marcia por este belíssimo Soneto.
Adorei o tema e tudo que aqui li... É ternura, é encanto, é Amor ....
Abraços fraternos amiga
Obrigada Antônio. Um forte abraço