O poeta - soneto

O poeta! - soneto

Sorrateiro, o poeta procura a sombra de sua mangueira.
E, vibrando o velho e quase abatido violão, faz de suas notas
Uma nova poesia nascer. Maviosa, linda, bela e deslumbrante
Fluir, na tarde acinzentada. Que percebendo o seu extremo. Cala!

Lembranças lhe traz aquele momento suavizado e complacente
Com suas linhas e versos que viviam escondidos em seu presídio
Sabia o trovador que sua inspiração aquietada e mansa reagiria
Faria com que o demore quê sê-o expunha, risse ligeiramente.

A cada verso e contra verso e mais entusiasmado, ficava o poeta.
Dedilhando seu pinho alquebrado. Fazendo-o, soar notas poéticas
Que lhe encantavam os ouvidos atentos ao compasso do tempo.

A tarde parecia trazer todas as razões para compor seus versos
Inéditos e sem plágios, arrancava das cordas a canção da vida.
Que pareceria naquele fim de tarde, fazer brotar versos acertados.

José Lopes Cabral

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José Lopes Cabral

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