Ouvinte do vento
Oh, vento, ao passar, abraça-me o arrepio
Eu sinto o teu sopro quando cai a tarde
Tocando o silêncio vil e sombrio
Levando contigo o amor que ainda arde.
Deixando em meu peito um desejo de crer
Se triste estou, sem ninguém no meu ninho
Falas com o silêncio que há em meu ser
E afastas saudade do meu caminho.
Oh, vento! Tu sabes da dor que se esconde.
Do pranto calado em olhos ausentes.
E mesmo sem voz, o teu sopro responde
Com os gestos sutis que estás aqui presente.
Conheço teu passo tão leve e fiel
Soprando a noite, levas-me a sonhar
Tu és a brisa; que afaga, sombra e pincel;
Pintando esperança no meu caminhar.
Se um dia eu cair, sem rumo, perdida.
Peço que me toques com doce paixão.
Pois sei que tu curas feridas da vida;
Acendendo em mim nova luz, ilusão.
Márcia Aparecida Mancebo
Itapeva-SP
Comentários
Linda demais. Aplausos, Márcia. Beijos
Obrigada, Lilian!
Bjs
Olá menina...
Amo seu jardim, Lindo e profundo seu versar
Obrigada por compartilhar!
Bjinho ( sou sua fã)
Obrigada,Isa!
Bjs
Belíssimo, querida amiga, fiquei encantado com esse vento que ate pode fazer milagres.
Meus sinceros parabéns!
Beijo.
Marcia
um versar lindo
um abraço
Obrigada Davi.
Um abraço
Nossa! Quão profunda! Todos temos nossos lagos, temos ilhas ou desertos. Fica na paz de Cristo! Abraço
Obrigada,Luiz! Um abraço
Ave, poetisa! Volto a comentar os amigos e suas pérolas poéticas, depois de dias sem festa. Que dizer, minhas querida amiga deste seleto poema? Não posso dizer nada pois não tenho capacidade para isto, Assim, meus parabéns! Forte abraço
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