Que maldita... seja a pobreza

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QUE MALDITA… SEJA A POBREZA

 

Que maldita seja a pobreza, que à terra se agarrou,
E mesmo que muito chova, a água não a consegue levar,
E muitas das vezes pergunto, quem foi que por cá a semeou,
Porque a muitos engordou… e a outros continua a engordar.

E mesmo ao lado, a riqueza, também lá está morando,
Mas ela é bem controlada… para não se alastrar,
E é duma estirpe especial, que dos pobres se vai alimentando,
Mas sempre atrás de muros vivendo… para não se misturar.


Só que da forma, como tudo nesta terra caminhou,
Sinto que os ricos, com a sua riqueza, se estão preocupando,
Pois como a pobreza, já em erva daninha se transformou,
Não vai tardar que ela, da riqueza se possa ir apoderando.


E então, quando esse dia, um belo dia estiver chegando,
Ai dos que são ricos… e que aos pobres não quiseram ajudar,
Porque a pobreza irá tudo destruindo, e de tudo apoderando,
Até ao dia em que a pobreza e a riqueza... se irão cá misturar.


(J. Carlos – Março. 2004)
imagem da net

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Comentários

  • Prezado poeta

    J.Carlos

    quando eu era menino meus avós me contaram,algo referente a pobreza,que como menino não compreendia

    mas as frases consegui gravar

    os pobres precisam dos ricos

    os ricos precisam dos pobres

    parabens

    Atenciosamente

    Davi/Guardião do amor

    • Estimado Poeta Davi Simas

      Agradecido pela sua leitura... e pelas sábias palavras que aqui deixou.

      Há passagens da vida que nos marcam e sempre nos acompanham e, a lembrança do que seus avós lhe contaram são importantes pois elas são sábias e retratam, em verdade, aquilo que é uma verdade.
      ... esta vida é passageira e ela apenas serve para que, neste corpo terreno, algo de Bom se entenda e se aprenda.

      Nada desta vida nós levaremos, senão apenas as Virtudes... aquelas que cá aprendemos e cá praticamos.

      Fraterno abraço... D'Áquem-Mar.
      J. Carlos

  • Poema... "Que maldita... seja a pobreza  

    Amiga Angélica
    Muito Obrigado pela sua leitura e comentário escrito, a esta minha simples poesia.

    Lamento mas, quando lhe ia responder, sem querer, apaguei o seu comentário e... não sei como o devo repor.

    Aceite o meu Fraterno abraço e, de novo, o meu Muito Obrigado.
    J. Carlos

  • E este meu simples poema, já tem dezasseis anos mas... a maldita da pobreza continua cá a morar...!!!
    ... só que, enquanto eu puder, e nesta minha forma de protestar, contra ela... continuarei por cá a poetizar.

    Para todos vós, Poetizas e Poetas que me vem lêr e deixam a sua mensagem incentivadora... o meu Muito Obrigado.

    ... e o meu Fraterno abraço... D'Áquém-Mar.
    J.Carlos

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