Rimas
- Não, não, Avelar – não pode ser...
Já vens outra vez com aquelas rimas pobrezinhas?
Porventura não tens o que fazer?
Que vais escrever dessa vez?
É do luar? Das matas? Das esvoaçantes andorinhas?
Do pôr-do-sol no teu aprazível lugarejo,
Ou do teu coração sertanejo?
- Tens razão, amigo. – Pensava nisso talvez...
Se de todo modo repito essas rimas agora,
Talvez o seja porque, de felicidade, a minh’ alma chora!
Comentários
Caro poeta Pedro Avelar
Um poesia bem rimada.
parabéns
Abraços
Muito obrigado, Julio Cesar;
Rimado e bem elaborado seu poema. Aplausos
Fico agradecido pelo elogio, Lilian.
Muito linda sua Poesia de Excelência.
Um passeio de nuances assertivas e de metáforas da vivência e percepções do Poeta
Abraços Pedro Avellar
Fico lisonjeado e muito agradecido, caríssimo.
Pedro
você tava sumido
suas rimas me fizeram lembrar da lua, das matas, das andorinhas
do por do sol do sertão
um abraço
Verdade, Davi. Andei meio sumido, por conta das complicações da vida.
Agradeço muito o teu apoio e comentário.
Muito grato.