SAUDADES DE TI
Eri Paiva
Saudades de ti que tanto venero
E que amo como a mais ninguém,
Tomam vulto e me fazem chorar
Quando o por do sol se deita além!
Não são capazes de me serenar
A beleza do momento, o seu encanto;
Meus olhos lacrimejam e, nesse turvar,
Vertem do coração saudoso pranto!
Aos poucos, de mansinho, a noite chega.
No céu, faz-se brilhar, majestosa lua,
E eu, tonta de amor, espreito a rua,
A ver se me buscas, ou se te vejo.
Deixo a porta entreaberta ao teu desejo
Relaxada, esperançosa, toda tua!
Comentários
WoW Gostei demais!
Parabéns Poetisa
Bjinho
Davi, obrigada. Abre-se a porta alem do desejo a quem se ama de verdade. Abraço
.
Eri
este amor é verdadeiro
e tem sorte de deixar a porta entre aberta
um abraço
Digno de aplausos e flores!!! Parabens
Lilian amei o teu dizer. Muito obrigada.
Olá Eri,
que belo soneto clássico:
Composto por duas quadras e dois tercetos,
com métrica e rima que sustentam sua musicalidade.
Tenho a percepção de que acabei de ler,
um relicário de emoções vertidas em versos,
onde o amor inatual reverbera em cada estrofe.
Sua tapeçaria lírica e poética, de tessitura delicada,
exala saudade e languidez,
enquanto a esperança se insinua na entreaberta porta do desejo,
como um sopro de eternidade.
Achei simplesmente bela sua alcatifa,
parabéns e um carinhoso abraço.
©JoaoCarreiraPoeta.
João Carreira, agradeço tão lindo comentário. Não deixa de ser um estímulo ao meu fazer. Abraços.