Recluso, avisto ao longe a cordilheira,
e as azuladas serras no horizonte...
A paisagem é deveras deslumbrante,
e então divago de minha trincheira!
Há quanto tempo a cena é companheira
do trovador, eterno figurante
da vida, que pranteia neste instante,
ao recordar-se da moça rancheira?
Onde andará a jovem singular,
cujo perfume inda evola no ar,
e que do vate fora a amante amada?
Não sei. Só sei que uma saudade boa,
daquele amor fagueiro, ainda ressoa
nas redondezas da serra azulada!
Comentários
Saudades, beleza, delicadeza da natureza e versos mais que perfeitos.
DESTACADO.
Ave, bela poetisa! O bardo te agradece, sempre... 1 ab
Nossa senhora me dê as mãos cuida do meu coração.
Prezada Margarida.
Este poema de nosso colega poeta Nelson Medeiros de fato é muito lindo e expressivo em encantamento.
Você tem critérios para Destacar e eu admiro esta capacidade de avaliação.
Acho um Destaque muito importante para o Poeta que escreveu com extrema excelência.
Muito merecido o DESTAQUE.
Parabéns Prezado Poeta Nelson Medeiros.
Boa tarde, poeta! Obrigado pela interação. 1 ab
Tudo de bom sempre
Uma honra estar aqui no CPP.
Abraços fraternos prezado Poeta
Quanta inspiração amigo Nelson! Aplausos!
Ave, poetisa Editt! A inspiração vem de todos os poetas e as poetisas que encantam esta Casa. 1 ab
Nelson
sua transparencia poetica foi marcante descrevendo este lugar maravilhoso e um grande amor que se foi embora, e que não se sabe se ainda vai voltar
nota 1000
um abraço
Que leitura deliciosa, embora fale de saudades, mas tem a fluidez e lirismo doce a cativante. Parabens, Nelson.
Ave, bela menina poeta! obrigado, sempre... 1 ab