SONETO DO POETA ERRANTE
Fui poeta e cantava com alegria
nas madrugadas claras, sob a lua;
fazia versos vendo a face sua
e viajava em doce fantasia!
Embora jovem, eu já pressentia
que a paixão, quando na alma se insinua,
carrega uma verdade simples, nua:
—pelo desejo é que o amor se inicia!
Por isso me transporto a outra era,
ao tempo em que queria os beijos seus,
pertinho do seu corpo que eu amava;
e, despindo sua alma, os olhos meus
buscavam, sob o véu da primavera,
o beijo lento que você me dava!
Nelson de Medeiros, 17/01/2026
Comentários
Olá Nelson
Encantador, seu poema de amor!
Abraço pra Ti amigo
Nelson
o poeta que cuja pena de escritor as palavras se formam com encanto e amor
um abraço
Ave, meu caro escritor! O bardo te agradece, sempre. 1 ab
Que dizer de um soneto tão belo, a não ser aplaudir, aplaudir e aplaudir.
Um carinhoso abraço,caro Nelson!
DESTACADO
Bj
Ave, minha querida amiga! Que bom foi receber, neste final de tarde ensolarada e quente, o orvalho do carinho da doce poetisa! bj
Os poetas e seus sonhos romanceados .... Lindo soneto. Boa semana, Nelson
Boa noite, bela menina poeta! O bardo sempre que te lê, seja por seus comentários, ou por suas poesias, mergulha na madrugada dos sonhos! bj
Versos de uma suavidade e encantos....neste belíssimo tema do " Do Soneto do Poeta Errante"
Fostes Poeta no seu outrora Amor vivido com Paixão e Poeta agora na composição deste maravilhoso Soneto.
O Amor se insinua e se inicia pelo desejo.
Como anseios e desejos manipulam com o Amor.
Parabéns amigo Poeta Nelson por mais esta pérola poética, uma honra e prazer de leitura e como sempre com suas digitais poéticas.
Bom domingo
Boa noite, meu amigo. O bardo agradece demais a sua deferencia. 1 ab