Triste sina

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Triste sina

Com a face pulcra ela seguiu pelas ruas
Caminhando e pensando no amanhã.
Recordou o namoro contemplando a lua
O acordar com beijo pela manhã...
 
Visitou a sepultura  pra matar a saudade
Onde está enterrado seu grande amor
Mesmo triste encarou a realidade.
Agora sozinha a vida perdera o olor.
 
Prometeu não mais lamentar a solidão
Não há nada que preencha essa lacuna
Queixumes, só danifica o coração
Ninguém vai entender sua triste sina.
 
Quiçá para ela no vernáculo não existe.
Não crê que uma reviravolta acontecerá
Está com alma dilacerada e triste.
Resoluta está, que sozinha ficará.
 
Fechou para o amor o coração,
Cobriu o rosto com negro véu
Sóbria que viver é plena ilusão
Não mais contemplou o azul do céu.
 
A amargura a deixou desencantada,
A alegria dos lábios, apagou
Com o tempo esquecera a risada
E a tristeza em seu peito assolou.
 
Márcia A Mancebo
04/10/20
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Comentários

  • Que triste... mas, totalmente dentro de muitas realidades, inspiração perfeita amiga Márcia. Parabéns! Paz e luz!

    • Obrigada, Glaucia.

      Bjs

  • Belo Poema Poetisa Márcia. Os sentimentos falam alto.

    Abraço de Antonio

    • Obrigada Antônio

      Um abraço

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