Os versos de inspiração
Que brotam do coração
Numa tarde de brisa mansa
No cotidiano da poesia
A tristeza que ofusca a alegria
Mateando nesta linda pampa.
À tarde, tem um misto de saudade
Que sorrateira, a minha alma invade
Lembrando o cantor que já partiu
O poeta gaúcho deixou lembranças
Os desassossegos sentam na varanda
Hoje só a sua música preenche o vazio.
A tarde, tem consigo a nostalgia
Que entristece a minha alegria
O nosso pago está enlutado
O poeta João Chagas Leite tombou
Perdeu a luta, entrincheirado lutou.
A sua saga ficou no coração gravado.
Editt Schimanoski de Jesus.
Comentários
Editt teu poema murmureja como um relicário de emoções, onde cada fonema voeja entre matizes de ternura e saudade — parabéns — ©JoaoCarreiraPoeta.
Sim poeta amigo João Carreira! Esse poema é só saudades. Muito obrigado!
Prezada Editt teu poema me foi fonte de; Inspiração- eu escrevi esse com base no seu e se gostar você pode postar como nosso primeiro dueto. Eu já tenho dueto com Márcia, Therezinha, Ciducha e Rocha e ter um contigo torna ainda mais especial.
**Cotidiano Bambu**
A todos que remetem um cotidiano bambu,
O tempo passa, mas a essência permanece,
No Brasil, o pirarucu desliza suave nas águas,
É uma influência multifacetada,
Um símbolo de luta e resistência,
Misterioso gigante das nossas savanas.
A bela arara-azul voa livre,
Suas penas, um espetáculo vivo,
Em seu voo, carrega histórias
De florestas densas e encantadas,
Cantando a liberdade em notas vibrantes,
E colorindo nossos sonhos e esperanças.
A infância remontada num tuiuiú,
Pássaro que à margem dos rios nos ensina
Sobre as sutilezas da vida e do amor,
Essas memórias são flechas que atingem o coração,
Cada lembrança é uma pintura, um poema,
Guardada em um lugar seguro,
Onde o tempo não tem poder.
Perhaps something fascinating will appear to you,
A ideia que flutua entre os pensamentos,
Um desejo escondido, uma esperança que ressurge,
Lembranças saudades na inquetação,
Pulsa na alma, mescla com a música
De poetas, poetisas em desejos de brisas.
Tantos trajes, tantas camisas que vestimos,
Histórias entrelaçadas em cada costura,
Com lutas e incertezas no caminho,
Cada passo dado é um verso na dança da vida,
E mesmo em meio às sombras,
Também tento criar algumas naturezas.
A nostalgia, um abrigo secreto,
Construído com os tijolos da memória,
Memórias dos que marcaram nossa trilha,
E partiram deixando legados imortais,
Saber viver, esperar e seguir,
Porque há muito a concluir,
Um ciclo contínuo que se renova
Na eterna busca por entendimento e beleza.
O seu poema é muito lindo! Adorei e ele está na minha página. Muito obrigado, amigo Luiz Carlos!
Que lindos versos, Editt
Aplausos!
À tarde, tem um misto de saudade
Que sorrateira, a minha alma invade
Lembrando o cantor que já partiu
O poeta gaúcho deixou lembranças
Os desassossegos sentam na varanda
Hoje só a sua música preenche o vazio.
Destacado amiga Editt, como pôs a Lilian, comovente.
Comovente seu poema, Editt. Abraços carinhosos
Muito obrigada amiga Lilian! Abraços!
Editt
maravilhoso versar
triste e real
um abraço
Muito obrigado amigo davi! Abraços!