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Silencio
vagueando mi piel, los sentidos.
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Escucho el palpitar del corazón
acelerado, bradicárdico, alterado,
enmudecido por el dolor y el miedo.
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Estremece éste silencio compungido.
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Calla.
Ahoga.
Atraganta.
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Continúo caminando a ciegas
destruida, destruyendo...
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Ensordecida,
el alma cava su tumba
lacerada por la lenta y despiadada agonía.
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Moribunda,
me despido sin adioses.
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Nieves María Merino Guerra
Canarias - España
05 octubre 2015
Comentários
Nossa, querido Júlio, você sempre tão generoso e bom comigo e com todos!!!!
Com segurança, mestre querido, você podería ajudar-me a melhorar qualquer coisa que escreva.
Muito obrigada!
Beijos
Muito obrigada, amada Mar.
Beijos, minha linda.
Te amoadoro.
Qué maravilha de arte, amadissima Mar!
Obrigada, meu tesouro.
Bom día!
Beijos.
Bom día, amada Márcia.
Muito obrigada.
Beijos
Essa despedida sem adeus é o que fazemos todos os dias em nosso viver, mesmo sabendo que o amanhã podemos nos tornar uma tênue saudade. Lindo poema.
DESTACADO!
Muitissimo obrigada minha grande e meiga Edith.
Te amo demais.
Beijos
Bom día, amada Meiga.
Sim... as fazemos até avrias vezes... Mas nunca saberemos sequer sichegaremos ao momento seguinte, muito menos ao amanhã...
Muitíssimo obrigada, meu céu.
Beijos
Bom día Ádria.
Obrigada, flor.
Beijos
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