Fortuna.
Esta pele, que por ti laceia,
Sob a perfeição de minha alma,
Teu corpo, se define ao infinito,
Sois vós, o meu arrebento da vida.
Tua voz, fere, há fortuna morte,
Nas duras margens deste céu obscuro,
Meus sonhos, se vão na tua presença,
De abraços