SILÊNCIO


“SILÊNCIO!”  

 

Calado, pensativo

Olhar distante

Perdido no horizonte dos pensamentos

Aguarda silencioso o seu pensar.

 

Não emite som algum

Apenas observa, absorto

Dentro do seu próprio eu.

 

Passam-se dias, anos

Uma vida inteira

E ele, ali, calado

Mas consciente.

 

Sabe que o seu segredo

Está no saber calar

E fazer da sua vida

Um eterno caminhar.

 

 

JC BRIDON - JÚLIO CESAR

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Comentários

  • 3583505?profile=original

  • 3583208?profile=original

  • Fantástico, triste, real para muitos.

     Belíssimo, querido Júlio.

     E muito bom.

     Beijos, poeta hermano.

     Parabéns de coração.

    3583212?profile=original

  • Silencio.

    Vagueando la piel, los sentidos.

    .

    Escucha el palpitar del corazón,

     acelerado, bradicárdico, alterado,

    enmudecido por el dolor y el miedo.

    .

    Estremece ése silencio compungido.

    .

    Calla.

    Ahoga.

     Atraganta.

    .

    Continúa caminando a ciegas.

    Destruida, destruyendo.

    .

    Ensordecida, el alma

    cava su tumba,

    moribunda.

    .

    Nieves María Merino Guerra

     Canarias - España

     05 octubre 2015

     

     

  • Nobre poeta amigo boa noite.

    O silêncio fala alto quando se está longe de quem se quer perto.

    Seus textos são eixos e, ao mesmo tempo,

    Alamedas que se abrem na poética.

    Abarcamentos do S/M.

  • Só no silêncio de dentro ouvimos a voz do próprio Eu, ou, a voz de Deus em nós...
    Belíssimo, Julio Cesar! Bjs

    3583150?profile=original

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