Adm

Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Casa dos Poetas e da Poesia.

Join Casa dos Poetas e da Poesia

Enviar-me um email quando as pessoas responderem –

Respostas

  • Palavras em tela: Trincheira, Pavio, Barro, Cemitério

  • Obsceno

    Quando me abraçou e mordiscou safadamente meu cangote,

    Deixou-me trêmula, após encostar-se em mim fortemente!

    Causou-me um calafrio tentei sair, dar um salto; um pinote!

    Mas fiquei naqueles braços, pedindo: - Ama-me loucamente!

     

    E ele me forçava e se encostava e encostava tão gostosamente

    Que com assombro e vontade de fugir tive que olhar para trás.

    Eu queria e pedia que me amasse e me encarasse de frente.

    E ele, tarado, safado se encostava e me apertava mais e mais...

     

    Tentava fugir (de mentira) pois minha vontade era ser possuída!

    Ser violentada e ceder àquele árduo abuso mais que poderoso.

    Se não me amasse eu sofreria - por não ser usada - por toda vida.

    Arrepender-me-ia por não ser bolinada por aquele ser gostoso!

     

    A consciência falava para eu escapar; também falava para eu fugir...

    Mas eu queria, sonhava; implorava por aquele beijo tão extremo!

    Ele me forçava; ele me subjugava e me dava vontade de sumir,

    Mas eu estava entregue e fraquejada; provando daquele veneno!

     

    Professor Talvanis Henrique, Carmópolis/SE, 06/01/19 – 00:46

     

     

    • Maravilhoso!!!

  • Palavras em tela: Trêmula, assombro, árduo, extremo

  • Excêntrico.

    Quando te conheci tu eras inibido
    Teu comportamento meio envergonhado
    O teu lado excêntrico disfarçado, escondido,
    Depois foi que eu vi que tinha me enganado.

    Fui me cansando de tua excentricidade
    Que virou rotina e se fez monotonia
    Mas que tu achavas ser notoriedade
    Toda vez que se mostrava, se exibia.

    Tu te pareces com uma criança mimada
    Exagerado e em constante prepotência
    Não tem medida, não respeita nada
    Não tem regras na própria vivência.

    Hoje, de ti, eu quero só distância
    Não dá pra agüentar a tua exibição
    Quero estar algures de tua discrepância
    De tua inconsequente indiscrição.

    Marsoalex – 05/01/2019

     

     

    • Excelente proposta poética com as palavras. Congratulações

       

This reply was deleted.
CPP