Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

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PROPOSTA

 

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente.

Regras

1. Todos os membros podem participar.

2. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

3. O participante deve compor nas palavras em tela  e ao postar seu poema, deve deixar outras

4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados em texto escrito, sem arte, na caixa de resposta principal da oficina.

5. É permitido comentários de apreciação sem imagens nos textos.

 

Boas inspirações!

 

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Respostas

  • Palavras em tela: alegoria, pureza, vontade, paixão

  • Não á guerra, e sim a paz!

     

    A humanidade se vê apreensiva
    Homens em suas crenças, matam
    outros, motivados pela vingança
    de forma abrupta se lançam e atacam

    O mundo está carente de empatia
    saber que toda guerra e confilto
    vai destruindo tudo e nos aniquila

    Muitos apelam e gritam pedindo paz
    Quem em são consciência quer viver
    em dor, martírios e guerras?

    desejos nobres do ser humano
    Viver em harmonia, manter a paz
    num mundo de progresso, igualdade
    e sem padecer na mãos de governos
    ou povos intolerantes e tiranos.

     

    Lilian Ferraz

    24/11/2023

  • Palavras em tela

    Humanidade- crenças- desejos-empatia

  • Seria utopia a paz na terra?

     

    Acabar com as guerras

    E tantos conflitos isolados

    Matando pessoas inocentes

    Com destruição e maldades

    Por paixões sem controle

    De governos sem humanismo

    As pessoas desejam serenidade

    A paz no realismo para viver

    A violência tira toda inocência

    Gritos e lágrimas de desespero

    Seria mesmo utopia?

    Ter total paz na terra?

    Entre os homens de boa vontade

    Isso poderia sim, acontecer

    As vidas seguem sem valor

    Para muitos homens insanos

    Deixando guerras acontecer

    Num caos e destruição total

    Deus não deseja as guerras

    Se é o Deus Pai da humanidade

    Somos todos irmãos

    E devemos defender a vida

    Vidas sem valor se perdem

    Traumas, danos e perdas

    Crer na paz nos quatro cantos

    Do planeta azul

    Acabar com toda a guerra

    Seria mesmo uma utopia

    Se a paz está dentro de cada um

    Mas muitos apostam na dor

    São pessoas doentes e más

    Que comparam a vida humana

    Que comparam o planeta

    A um grande jogo de tabuleiro

    Onde as peças e as peças de movem

    Sem valorização da vida...

     

     Norma Silveira

    22/11/2023

  • Utopia

    Inocencia.

    Realismo.

    Serenidad

  • De verdad crees que se puede decir algo nuevo o algo más contra las Guerras, la no violencia, por la Paz, la *Justicia*, etc? Es la Historia de la Humanidad. Y así seguirá siendo, por mucho que nos neguemos a aceptarlo. Por mucho que escribamos, gritemos, supliquemos, cantemos... Las palabras quedan huecas. Vacías. Tan muertas como sus víctimas... Incluso si inventamos vocablos nuevos en todos los idiomas. Porque la avaricia, la cólera, la ira, la venganza y el dinero, además de *ciegos, como La Justicia, también están sordos*. Nada ni nadie las pueden justificar. Nada ni nadie las desean. Pero nada ni nadie las pueden evitar. Es un cáncer incurable desde que el primer homínido bajó de los árboles. Está en el ADN. Una utopía frustrante, porque también arrasa con la Esperanza. Ya no queda. Clamando Paz en contra de las Guerras, sólo deja patente nuestra inmadurez e ilusión infantil . Nunca desaparecerá la Violencia. Porque jamás desaparecerá la Injusticia ni las ambiciones de todo tipo. Los Siete Pecados Capitales también forman parte de nuestras identidades, conviviendo con las Siete Virtudes. ... Me conformo con saber que hay menos Guerras que antes, y que irán disminuyendo. No porque la Humanidad sea mejor, sino por simple supervivencia instintiva primaria y animal. Avanza demasiado la tecnología... Nadie dará el paso fatal. No interesa.

    Pero hay formas mucho peores de MATAR. Y eso también evoluciona.

    Las Guerras silenciosas , las que no hacen ruido, de las que nadie habla... Esas son las más letales.

    No caben versos entre realidades sangrientas. Solo la Prosa puede acercarse con leve atisbo para describir tanta destrucción y barbarie.

    Los supervivientes, estarán inyectados de Odio en vena durante siglos...

    Y vuelta a empezar.

    Desgraciadamente , no hay peor Enemigo para El Hombre, que el Hombre. (Entiéndase varón y mujer).

    Escribir o hablar de Desear la Paz , estar contra la Guerra... Y las Injusticias , es gratis. Lo he dicho, lo diré, lo digo...

    Aunque honesta e integramente, tengo la convicción de que no sirve de nada. *

     

    Nieves Merino Guerra.

    10 de Noviembre de 2023.*

  • Palavras em tela

    Alívio- temor- amor- salvação

  • Não a guerra, que venha a paz mundial

     

    Porque o domínio dos poderosos

    Destrói lares, matando inocentes

    No HORROR destas GUERRAS,

    Que assolam nas cidades e serras

     

    Quando ÓDIO, desejo de poder

    Sem piedade, há quanta injustiça

    Tirando todo o direito de viver

    Só a JUSTIÇA, Divina para julgar

    Vir em socorro com misericórdia

    Vindo ao povo sofrido salvar

    Terminar com toda essa discórdia

     

    Seja em nome de Deus ou dinheiro

    Governos insanos e dominadores

    Não pensam na paz, são politiqueiros

    Os povos  desamparados, sem guarida, sofredores

     

     

     Norma Silveira 10/11/2023

  • Palabras propuestas:

    Horror.

    Guerras.

    Justicia.

    Odios.

  • Desafío.

    (Indriso)

     

    No son sus hermosos ojos,

    Son sus miradas

    penetrantes, profundas, desafiantes...

     

    No son sus dolientes rostros...

    Son sus miradas,

    perdidas, brillantes, desesperadas.

     

    • Nada puede describirlas. Un desafío
    • enmarañado de hambre, dolor y frío ...

    Nieves Merino Guerra.

    Gran Canaria. España.

    03/11/23

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