Amanhecia!
O vento que ia daqui pra lá
Não queria se encontrar
Com o vento que vinha de lá pra cá!
Então, o vento que ia
Subiu numa nuvem fria
Querendo congelar a sua ventania!
Se o vento que ia se encontrasse com o vento que vinha
Com certeza traria aos mortais muita agonia!
Porém o vento que vinha
Jovem forte,
Adolescente!
Não se importava com a gente
E ficava feliz e contente em ver sofrer o inocente!
Porém a nuvem fria
Que tinha um coração quente
Jogou chuva intermitente e os ventos se abrandaram!
Trovões e relâmpagos aplaudiram!
E nasceu um novo dia:
Primeiro de janeiro de dois mil e vinte e seis!
E o vento de cá e o vento de lá resolveram se encontrar e se abraçar!
Dolores Fender
01/01/2026
Comentários
Graça pura nesse versejar.
Obrigada Margarida querida!
Beijos
Maria
seu versar encanta
um abraço
Obrigada amigo Simas!
Beijos
Que encanto de versos!
Muito obrigada querida!
Beijos
Que lindo!!! Parabéns, Dolores.
Bj
Obrigada minha querida amiga Márcia!
Beijos
Olá, professora Dolores,
teu poema é uma verdadeira tempestade poética:
ora veja, é vento que sopra de lá,
com vento que sopra de cá
— Tricoteando a poesia,
portanto, simplesmente, a poetisa tricoteou uma poesia
fotorrealística que tocou meu coração
— é o umami!
Parabéns e um caricioso abraço
deste Poeta do Tempo e da Ternura —
©JoaoCarreiraPoeta.
Obrigada, meu querido professor João Carreira!
Beijos
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