AS QUATRO ESTAÇÕES (INVERNO)

AS QUATRO ESTAÇÕES

(INVERNO)

 

O inverno, lentamente, chegou,

E nossos ânimos amansou.

Exceto nosso incontido amor,

Porque ainda precisamos,

De nosso intenso calor.

 

O frio o desejo arrefeceu,

Trazendo consigo um cansaço,

Que nosso ímpeto venceu.

Não porque seja mais forte,

Mas sim, porque jamais,

Esse amor feneceu.

 

Não há sol para aquecer,

Tudo está acinzentado.

Mas eu tenho ao meu lado,

Alguém para me enlouquecer.

Alguém para ser amado.

 

Quando o inverno chegar,

Ao teu lado quero estar.

E quando ele partir,

Do teu lado não quero sair.

 

Deixa a chuva copiosa cair.

Deixa o vento frio soprar.

Quero apenas vê-la sorrir,

Quero apenas te amar.

 

O frio mais intenso,

É o frio da solidão.

Mas, meu amor,

Por ti é imenso.

Se me deixares,

Serei abraçado,

Pela vil perdição.

 

O calor do teu olhar,

O sabor da tua boca,

São as únicas coisas,

Pelas quais posso lutar.

E não haverá inverno,

Capaz de nos separar.

 

Quando o inverno,

Não tiver mais lugar,

Nossas bocas sedentas,

Irão nosso amor saciar.

Eternamente,

Intensamente,

Verdadeiramente.

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Antonio de Jesus Trovão

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