21/08/2025
Ei Diva, Algo em Cânticos
Falô, falô, falô
Alguns notam
Talo, talo, talo
Eis o silêncio do meu galo
Há ritmo no meu quarto
Não preciso de jurisdição
Preciso de sua atenção
Pois não sei onde coloco tamanha solidão
P
21/08/2025
Ei Diva, Algo em Cânticos
Falô, falô, falô
Alguns notam
Talo, talo, talo
Eis o silêncio do meu galo
Há ritmo no meu quarto
Não preciso de jurisdição
Preciso de sua atenção
Pois não sei onde coloco tamanha solidão
P
Perfil-Luiz Anthony-novo livro-Sincronização
27/09/2025
Mutante Filosófico
Quem sabe eu possa
Simplesmente sacudir
alguns dos desertos interiores
Saudações aos novos autores
Entre atores e amores
Meu amor tá acima
de uma mera compreensão
Tem pessoinha
imagem gerada por IA
Uma noite de quinta
Quando partiu,
era quinta à noite.
Lembro bem,
Pois fiquei aqui sozinha.
Ele partiu,
Naquela noite de quinta,
Bendita noite,
Para não dizer pior.
Foi quando,
Pela minha primeira vez,
Eu morri.
Luisa Celeste
24/06/2025
No fio da saudade
Que falta faz uma companhia!
Eu, poetisa, escrevendo sozinha
Versos que nunca serão lidos
Por meus amigos artistas.
Mais uma obra não lida!
Eu, poetisa, escrevo ao vento
Sentindo falta daquele tempo
Que liam minhas entrelinhas.
Luisa Celes
Rondo as noites como se fosse um sonâmbulo
Dilacerando e remoendo meus ânimos ocultos
Procurando razões e porquês num palheiro de sonhos
Intrincados e forjados apenas nos véus das lembranças
Rondo os dias e a solidão dos vazios
Que enchem de lágrimas meu
Tua alma e uma ilusão a cada dia;
Distante do outono, enchendo meu horizonte
Desejo na mesma substância,
Espanto que sacode esses olhos oceânicos,
E agora me sinto um náufrago e minha razão
resvalou na tua frieza,
Hoje essa névoa azul e um mutável acero de
Ha um mal gosto e um espelho no teto, Madame Ferré,
Um pescoço incandescente licores e cheiros;
Premonição do que fostes e não voltarás a ser;
Há um por enquanto irremediável,
Madame Ferré;
Vitrolas, vitrais, sombreiros, e aquilo tudo disposto a repetir-
Solidão
Num ambiente silencioso
aprumo o meu coração
diante da tela onde teu rosto
numa pintura, me traz emoção
Ouço lá fora o barulho do vento
horas que passam despercebidas
essa solidão maltrata e judia
fico a sorver o gosto frio do momento
Quisera
Solidão
Na solidão partes da felicidade floram
Falta de ares, sumiço dos ventos
Em solidão
Caramanchão de maracujás murchos
No jardim
A Roseira de espinhos venenosos
Invisíveis botões, rosas em vão
Medo do desaparecimento sem alento
Na lápide choramingar
Dúvidas
Anoiteceu, e eu aqui na soleira
pensando em ti,olhar ao léu
dúvidas tantas me perturbam
Por que me deixaste assim?
Foram noites cheias de excitação
Dias e dias, nós dois, subjugados
pelo poder avassalador da paixão
em abraços, amassos e orgasmos
A
https://www.youtube.com/watch?v=RxBP3C6oMRU
OS SINOS
Foi-se o outono... A tarde é gris e fria...
Badala o sino da vetusta matriz ...
Estranha saudade... Uma agonia
Arpeja n!alma sem qualquer diretriz...
Procuro na mente uma sintonia
Com a verdade... Por
Solidão
Ponto fixo
Assunta prolixo
Assusta a mansidão
Junto ao lixo
Não reciclável
Nada amável
Que solidão!!!
Vento voe com o ponto fixo
Daqui, de lá, dali, de acolá...
Pincel de cerdas flexíveis cubra
As parades de vivas cores
Estampe colorido de odores
O to
Solidão
Na solidão partes da felicidade floram !
Falta de ares, sumiço dos ventos
Em solidão
Caramanchão de maracujás murchos
No jardim
A Roseira de espinhos venenosos
Invisíveis botões, rosas em vão
Medo do desaparecimento sem alento
Na lápide choraming
Publicado na Oficina de Rondel da Casa