Quando teu ar entrava em minha boca e acendia minha existência, era como viver com a certeza de teu amor por mim. Quem sou eu agora, se não apenas a pena que envolve a dúvida?
A tua pele, esculpida pelos anos dessa meia-idade, faz jus à realidade duma beleza extraordinária. O teu olhar é um abraço que abraça a alma, que acalma.
O meu medo é uma bobagem nessa miragem que deixa marcas e marcadores, algumas incertezas e muitas dores.
Quando olho nos teus olhos e vejo essa alma liberta da paixão e dos pudores, me pergunto:
És minha, ou o mundo inteiro te pertence?
Ortografia corregida por IA
Diego Tomasco.
Comentários
Excelente escrita onde o poeta expõe seu talento, sensibilidade e sentimentos.
Acho que é tua dona! Parabéns!