Liberdade
Caminhos percorridos sem sentido,
Sem sol pra iluminar por onde andei;
Nem sombra deixei sobre o chão rustido,
Ferindo os meus pés, sempre caminhei.
Sem pensar em vitórias, fui distante;
Não precisei do sol pra me guiar.
Segui o aroma das flores, fui avante,
Senti que não podia mais parar.
Mesmo não vendo o fim, não desisti,
Pois a esperança em mim sempre velei.
Também não liguei para o que perdi,
Apenas segui o que sempre amei.
Mesmo não tendo sentido o caminho,
Meu coração pulsava a liberdade;
Onde trilhei não me senti sozinho,
Enfrentei a escuridão sem vaidade.
Márcia Aparecida Mancebo
Comentários
Espetacular, Márcia. Vocè é "fera". Destacado por A. Domingos e por mim.
Supimpa! Parabéns, Márcia. Bjs
Ave, minha querida amiga!" Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós"! bj
Obrigada pela visita e comentário, Nelson. Bj
Márcia, a liberdade dos caminhos trilhados conduz-me a contemplar teus versos, como quem devassa estrelas ocultas. A estrutura quase fotográfica de teu poema revela, em minúcias, cada pulsar do coração e cada sopro da alma. Por isso, eu enfrentaria novamente a escuridão apenas para ler-te outra vez. Parabéns e um abraço. — ©JoaoCarreiraPoeta
Obrigada pelas belas palavras, João. Um abraço
Oi nobre poetisa Márcia Mancebo
Gigantesco poema com versos muito bem elaborados.
Parabéns
Abraços
Obrigada, Bridon! Um abraço
Espetáculo de Versos encadeados e entrelaçados onde os versos se falam.....Falam em Liberdade de decidir, por onde caminhar e se caminhar não parar...
Escuridão no caminho enfrentada sem vaidade....As conquistas devem ser comemoradas com simplicidade.
Tenha o meu PESSOAL DESTAQUE.
Abraços fraternos amiga Poetisa Marcia
Obrigada caro, Antônio. Sempre me incentivando a escrever. Um abraço