ECOS DO PASSADO
Quando a noite se aninha em mi alma,
penso em ti, e na ilusão faceira
que ontem me envolvia em doce calma,
e hoje é dor, que da loucura se abeira!
O abandono pesa, lento e fundo,
como um tédio sem augúrio, sem fim;
por isso, quer
ECOS DO PASSADO
Quando a noite se aninha em mi alma,
penso em ti, e na ilusão faceira
que ontem me envolvia em doce calma,
e hoje é dor, que da loucura se abeira!
O abandono pesa, lento e fundo,
como um tédio sem augúrio, sem fim;
por isso, quer