Moldura

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Moldura

Vem outra vez à mente tua imagem,
Sorrindo-me com tamanha alegria,
Para que eu sinta a tua companhia
E esqueça que és apenas a miragem.

A miragem que vejo entre as folhagens,
Quando nasce a manhã com belo dia;
Então, entendo: não é fantasia,
E com ternura abraço-me à paisagem.

Está nessa paisagem a moldura
Desse riso tão doce e tão bonito.
Ingênua criança, oh! quanta ternura!

Volta à mente quando o sonho desfaz,
Quando a estrada me fere por ser dura,
Pois hoje o teu lar é o infinito.

Márcia Aparecida Mancebo
28 de junho de 2026

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Comentários

  • Márcia

    a moldura permanece dentro do coração que amou e foi amado

    um versar reflexivo

    um abraço

  • Ave, minha doce amiga! Que belissimo soneto!!!!! Um luxo poder desfrutar desta inspiração. bj

  • A Moldura é o espelho do retrato do agora, de hoje...

    Belas palavras em Metáforas em belíssima Poesia..

    Parabéns amiga Poetisa Marcia por mais esta obra poética de excelência...

    Belíssimo Soneto...Uma imagem nunca é uma miragem...

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