Vejo o teu vulto na dança da bruma,
É uma lembrança presa ao pensamento,
minha alma escuta o eco que se esfuma,
como um segredo errante pelo vento.
Quiçá o amor não morra, se consuma
na doce eternidade e sem lamento
E seja chama eterna que perfuma
pra que não caia, enfim, no esquecimento.
Se tudo é sombra, sonho e despedida,
não entendo o teu nome em meu destino,
feito luar cortando a noite erguida.
E assim prossigo, triste peregrina,
como quem ama o impossível divino
tendo o teu vulto como minha sina.
Márcia Aparecida Mancebo
2026
Mote
Vejo o teu vulto na dança da bruma,
Comentários
Márcia
um versar lindo e triste
mas o coração nunca esquece da pessoa amada
um abraço
Obrigada Davi. Um forte abraço
Lindoooooooooooooooooooooo!!!
Aplausos, Márcia
Beijoss
Obrigada, Ciducha. Bjs
Que maravilha de Poesia, ora meu simplório super Destaque..
Uma poesia de excelência, leitura imperdível.
Destaco todos os versos...
Sina é um versar em belíssimo e super apropriado suntuoso vocabulário.
Parabéns Prezada Poetisa Marcia.
Abraços fraternos sempre
Obrigada Antônio.
Abraços