Vejo o teu vulto na dança da bruma,
É uma lembrança presa ao pensamento,
minha alma escuta o eco que se esfuma,
como um segredo errante pelo vento.
Quiçá o amor não morra, se consuma
na doce eternidade e sem lamento
E seja chama eterna que perfuma
pra que não caia, enfim, no esquecimento.
Se tudo é sombra, sonho e despedida,
não entendo o teu nome em meu destino,
feito luar cortando a noite erguida.
E assim prossigo, triste peregrina,
como quem ama o impossível divino
tendo o teu vulto como minha sina.
Márcia Aparecida Mancebo
2026
Mote
Vejo o teu vulto na dança da bruma,
Comentários
Ave, grande poetisa! Que sina Divina é a de amar!!!!!!!!!! bj
Obrigada,Editt.Bj
Parabéns amiga Márcia! Um belo e perfeito soneto! abraços!
Obrigada Editt. Bjs
Lindo, Márcia. Não visualizo a imagem.
Reforço o DESTAQUE, primeiro por A. Domingos.
Obrigada Margarida 🌺 🌺 🌺. Bjs
Lindo demais. Parabéns, Márcia.
Obrigada, Lilian. Bjs
EI SINA! Saudações Poéticas a prezada Márcia! Impressionado! Parabéns!!!!!!
Obrigada,Luiz! Um abraço
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