Súplica

­Súplica

 

- Já vais?

- Sim...

- Mas, tu sais

Assim,

sem sequer um afago,

Um gesto de amor,

Uma flor,

Um carinho?

Não vês que me embriago,

Quando sais de mansinho,

Com esse ar cansado?

Então não sentiste

Que também ando triste,

E que teu silêncio eu choro,

Quando estás ao meu lado?

Ah, mas se a sorte existe -

Eu te suplico, te imploro:

Não me dês esse castigo.

Livra-me desse sofrer -

Vamos sonhar no entardecer,

Não te vás, fica comigo!

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Pedro Avellar

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Comentários

  • Pedro gostei do que li. Que teu apelo seja atendido. 👏

  • Olá Pedro:

    Poema recheado de saudades, do ser amado, e as vezes até implorando a volta do amor distante.(talvez)

    Parabéns

    Abraços

    JC Bridon

    • Verdade, Júlio Cesar.

      Muito obrigado.

  • Embalei-me na leitura porque gostei imenso.

    Abraço

    • Fico feliz pelo teu elogio, Joaquim,

      Grato.

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