Candieiro.

Candieiro.

Caminhos carentes, cobertos murmúrios,
Peregrino nesta vida atribulada,
Noturno espaço, vazio de manchas,
Estilhaços, de estrelas rebeldes.

Aprisiona-me, ó candieiro,
Sobre a luz que se apaga calmamente,
Entre os fantasmas que se vão,
Pelos céus, que terçam a verdade.

Imensidão, que carregas , no siso,
Me deixes, quieto, nestes vãos da fresta,
Nas proezas do mundo perdido.

Sobre, o ornar deste teu mundo,
Onde, tens, a minha alma tingida.
No cair das lágrimas convulsivas!

Ednaldo F. Santos

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amor, chuva, vida, louco, desejo

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