Candieiro.
Caminhos carentes, cobertos murmúrios,
Peregrino nesta vida atribulada,
Noturno espaço, vazio de manchas,
Estilhaços, de estrelas rebeldes.
Aprisiona-me, ó candieiro,
Sobre a luz que se apaga calmamente,
Entre os fantasmas que se vão,
Pelos céus, que terçam a verdade.
Imensidão, que carregas , no siso,
Me deixes, quieto, nestes vãos da fresta,
Nas proezas do mundo perdido.
Sobre, o ornar deste teu mundo,
Onde, tens, a minha alma tingida.
No cair das lágrimas convulsivas!
Ednaldo F. Santos
Comentários
Obrigado Nieves Maria, por seu carinho e atenção é uma Honra.
Te Admiro...Felicidades...Abraços Meus.
Obrigado Meu Amigo-Poeta JC BRIDON, por seu carinho e atenção.
É uma Honra.
Um excelente fim de semana.
Felicidades...Abraços Meus.
Obrigado Edith, por seu carinho e atenção é uma Honra.
Te Admiro...Felicidades...Abraços Meus.
Obrigado Safira...Esplêndido...Mágico.
Meus Parabéns...Fadinha!
É uma Honra...Felicidades...Abraços Meus.
Obrigado, Marsoalex por seu carinho e atenção é uma Honra.
Boa Tarde...Abraços Meus.