
Noturno
Dobram-se os sinos
Em tons plangentes
Numa noite em transe...
O vento sopra nas copas
E as estrelas cobrem-se
Com o manto negro
No espaço etéreo.
A terra recebe o ósculo
Das sombras densas
E é tudo nostalgia...
Não se vê um raio de luz
Projetado nesse