Posts de João Batista De Campos (136)

Voo

Em plena insanidade me pego a voar sobre celestial cidade, penso com pensamento apenso, meio atormentado e desatento: 

Será um sonho da mais alta realidade?

Mentira ou verdade?

Neste momento também revejo meus pensamentos recheados de amores e tormentos, e concluo: A vida às vezes é sonho, às vezes pesadelo. Não devo nada questionar sobre o desenrolar deste mavioso novelo, tampouco, soprar a chama desta santa novela, pois, o grande lance é voar, velejando sobre doce brisa qual a mim me avise: Deixe de ser burro e aproveite esse vôo livre do qual devo tirar esse chapéu, para que haja um voo incrível, contemplando somente essa paz, deixe de questionar, fazendo guerra como a efêmera vida que em si se encerra quando se desfaz na terra.

Ao ouvir Beethoven não sei o que é que houve quando se ouve um estrondo rotundo advindo do mais profundo, além do  fim do mundo, muito rápido quando me vejo sobre sagrado céu de anil.

Com abismal calma me pergunto:

Será que minha vida querida desfaleceu após morte batismal? 

Enquanto, aqui ouço o glorioso Bolero de um cara chamado Ravel. Essa melodia noite e dia acompanha moribundos santos ou imundos à caminho dos céus quais cada um sua porta abre, sendo céu do amor ou céu das cabras.

Já com Piazzola e sua arte bandoniônica e irônica faz quebrar minhas molas ao dançarilhar um tango diferenciado ao olhar esbulhado de Gardel afrancesado, sentado bem aqui ao meu lado a bocejar seu resmungo afinado em total reclamação, mirando ao Cartola o qual num cantarolar se enrola. Com esse time me vejo morto e revolto apesar de sublimar sublime paz local.

Porém, vou além: Não me ache otário e redundante o bastante, pois, se essas palavras não existiam, agora é só botá-las no dicionário ou numa página de jornal.

O papo está muito bom, mas tenho de ouvir outro canto no meu velho recanto, pois, espero acordar vivo e solto e mais santo.

 

Volto a sonhar a vida de meros mortais.

 

jbcampos

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PAVILHÃO

Pavilhão do craque Bilac à nobre nação brasileira, tremulou, pendoando-o de esperança inteira. Apesar de tamanho turbilhão no meio da estrada, longo tempo depois de várias encruzilhadas, depôs seu irmão de poesia pausada. Sentindo-se só sob o altar do parnaso, porém, à procura de paz segura, não por acaso, às escuras. Esses caras foram uma doçura de arraso. Essa augusta nação clama pelo augusto da paz. Porém, o augusto irmão está demorando demais a chegar. Mas esse povo altaneiro a grandeza da pátria em si traz. Gente que conversa com estrelas nos momentos febris e mortais sob maléficos ardis; como diria o irmão de religião; “égide de satanás” à provação sobre breve nação feliz qual ao chegar no paraíso, assaz. Na Estrada do mavioso Duque Nacional, Silva aludiu grandeza ao Brasil Varonil. Há muito tempo, deixou seu berço-templo de amor esplêndido, e o terço santo da imaginação adotou, digno de grandiosa nação a socorrer os famélicos do mundo inteiro, como o antigo sábio vaticinou e o agronegócio chegou e prosperou, pátria amada: Brasil.                     

jb campos

 

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A Virada Histórica

Coronavírus - A Virada Histórica

Essa pandemia veio para virar a coroa de cabeça para baixo, realmente.
As autoridades estão sendo obrigadas a tomar certas atitudes constrangedoras, para colocar em prática a tecnologia de ponta, há muito já criada pela força descomunal da inteligência humana. a qual criou a IA Inteligência Artificial, cuja inteligência acaba de descobrir um super vírus capaz de combater aqueles que se imunizaram dos antibióticos, largamente usados nos pacientes.
Com a liberdade de expressão e de pensamento vejo uma mudança já há muito esperada na vida dos terráqueos. Essa desastrosa experiência humana vai causar muito desemprego e muita falência. Casualmente causada pela doença Covid-19. Além de; antes da epidemia já ter dado o alerta de sua existência.
O prejuízo é desastroso: 25 milhões de desempregos.

 

Não tenho a menor autoridade para afirmar categoricamente sobre o vírus já que sou literalmente ignorante no assunto, porém, posso perguntar a algum entendido qual queira me responder.

Se a informatização mundial fosse aplicada normalmente, como se explicaria tamanho desemprego?
Quem tem ouvidos, ouça!
Quem tem massa cinzenta, entenda!


 
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Coroa Real

Coroa Real

- Hei... Você aí, o que acha desse tal Coronavírus?
- Eu?
- Sou agnóstico por ignorância, porém, tenho direito de pensar sobre o assunto:

Como diria Nostradamus: A Peste Real de 2020, até porque começou lá entre os mandatários das nações. O Coronavírus é um agente infeccioso, assim é tratado nos meios científicos. Nos meios políticos existe a exacerbação natural.
Como laico, porém, como cidadão tenho o direito legal de saber de que se trata. E na atualidade durmo com o meu professor de plantão chamado de Mestre Google, cheio de boas e más informações, desafiadoras da inteligência humana. 
A mente universal, que alimenta a mente humana no seu lado extraordinariamente bom fez a criação da Internet, e outras ferramentas virtuais para facilitar a nossa vida, porém, existem usuários e usuários.
Vamos pensar um pouco sobre o grande acontecimento catastrófico da atualidade o World Trade Center, onde morreram milhares de seres humanos. Aquelas torres caíram milimetricamente como se fossem cientificamente implodidas. Ali naqueles fabulosos edifícios existiam documentos econômicos importantes às grandes nações humanas. Porém, evidenciaram apenas a catástrofe daquele acontecimento.
E o Coronavírus o qual importantes cientistas classificam-no como inofensivo, e outros como um vilão mortal.
Qual será a verdade?
Seria essa estampada nas atitudes políticas, nas manchetes mundiais. No Brasil onde estava tudo estancado economicamente, repentinamente abrem-se as comportas econômicas para ajudar a população. O dinheiro começa a correr às enxurradas.
Bem, como ignorante que sou no assunto, também tenho o direito de pensar, até por ser literalmente ignóbil.
Será que esse dinheiro vai gerar novas propinas, além das quais já gerou num passado-presente?
Essa brincadeira vai gerar enorme prejuízo, sabe a quem? 
Ao povo outra vez, o desemprego, a falência das microempresas, e a calamidade está imposta. Agora aos que ganham enormes salários, os quais são nossos exemplos de seres humanos ilibados e probos para ficar bem redundado: Os mandatários da nação, nada irão sentir, pois, estarão felizes isolados em suas mansões, suas ilhas particulares. mais essa vez, sem recesso, sem nada para preocupar cabeças tão nobres e inteligentes, apenas se enriquecendo com a coroa real dessa “pandemia”. Pensando como deuses imortais e imunes às doenças, com exceção da mental.
Cadê o corte na carne, do qual tanto se falou?
Esse é o mundo onde viemos parar.
Por que?
Não sei! 
O imbróglio é tamanho para confundir o ser humano, que, nem de onde veio nem para onde vai tem a verdadeira certeza.
Sem hipocrisia, confesso que, eu não sei nada de nada, apenas procuro viver confessando a minha ignorância.
Tenho apenas a certeza ainda, de que a morte iguala a todos, e de que a vida é realmente muito curta.
Porém, a mim me resta uma esperança: O amor fraternal. 
Preciso de quase nada para ser feliz, posto a felicidade ser intrínseca. Esperando regozijar-me com bem-estar do meu próximo.

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Insônia Insólita

Insônia Insólita
 
A noite já excedia o dia, madrugada adentro, ora quente, ora fria e a hora a despertar a aurora a qual agora de minha velha cara ria, enquanto, a mim me acometia certa azia angelical a atiçar melancolia informal de cólica e arritmia. Coisa que nunca acontecia. Foi a gula que engolia a velha mente dum ancião displicente. E o meu velho castiçal dentro do meu embornal, luz a mim pedia, e a esbórnia solitária parecia fantástica orgia fantasiosa, mas ardia, e aquela procissão seguia, apesar de minha agonia. Levantei-me para queixar ao parnaso nesta poesia. O poeta não se arrasa facilmente, dando azo ao azar de estar doente num arrazoado de mente demente. A saúde amiúde vem da saúde da mente que a gente agencia e ponderada diuturnamente, assim como a parturiente vai cuidar de sua cria, o seu mais novo parente. O ser já nasce doente até mesmo antes de nascer e continua em seus dias a morrer, assim é que deve ser: Viver morrendo, sucessivamente dia a dia. O nascituro sai do escuro ao sol da vida a ver sua vista doer. Dando vazão à sua visão vai ver seus amantes, parentes, irmãos, amigos e todas as especiarias de entes a lhe dar boas-vindas à confusão desse enorme caldeirão de calor-frio, dor e às vezes compaixão.
Então, será ou seria o pimentão ou aquela melancia a causa de nefasta indigestão a delirar-se em poesia?
O delírio não vem dum pimentão ansioso por uma melancia, não; tampouco, da flor de lírio, porém, vem da mente da gente quando atacada por semente dessa ebulição vigente e viciante a enganar a consciência de que ela não é o elo do corpo presente e que sempre vai adiante aplainando o seu caminho, referto de carinho, ou não, desde antigamente. É a mente da gente que dita a direção, é o filtro da sub imaginação. 
O poeta nada pode escrever sem a inspiração de seu subconsciente, até mesmo no seu padecer, morada da Musa encantada, eterna enamorada do abobalhado poeta de coração esgarçado.
Tudo isso não é muito engraçado?
Porém, cuide do seu pensamento sem desdém, com seu olho do centro da testa, vigiando-o sempre para desviá-lo de tudo o que não presta, centrado somente ao que lhe convém, e peça aos anjos que digam: Amém.
Sua mente advém do além, para o mal e para o bem.
Simplificando: Analise seus pensamentos e seus resultados, quando em bons atos plasmados, e creia, Deus estará ao seu lado.
 
Não se deixe enganar pelo seu pensamento, pois, com todo o respeito, não existe burrice maior do que a de ser enganado por si mesmo, assim agem os viciados, pois, somente a consciência nisso pode dar jeito, e a você o meu respeito, e meu muito obrigado por ter-me aturado.
 
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A máquina que maquina a loucura do poeta

A máquina que maquina a loucura do poeta

 

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Adote essa máquina que maquina somente o bem,

Porém,  o  bom  sentimento deve  estar muito além

Da temática  poética e  da bela  gramática também.

O Amor é tal máquina a puxar os vagões  do trem.

 

O vagão é um poeta compulsivo em busca da paz.

E pela paz ele deixa tudo  aquilo que lhe for capaz.

O  poeta  é aquele  que traz em sua meta o bom ar,

À verdadeiro atleta de valor sincero; e contumaz.

 

Lutador mental contra as hostes do perigoso mal.

Formador  de opiniões mesmo em sua humildade

Quer formar  igualdade de um sonhador desigual.

Apesar de; às vezes ruim, é o arauto da bondade.

 

Seria... O Bonfim do mais  arrogante Querubim?

O poeta é  hilário  no hinário do simples Serafim

Mas  no  além, o poeta  espera ser feliz também.

Não  lhe importa se é anjo torto, se está aquém

De zumbi, vivo-morto,  conquanto, esteja bem!

Na verdade, espera que os anjos digam amém.

 

jbcampos

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vilão maroto

vilão maroto
 
arrogante é a situação verbali-
zante onde existe a humilhação 
falante  por déspotas selvagens e 
indômitos. porém, o mundo dá suas 
voltas constantes e o cão volta ao seu 
próprio vômito. assim a efêmera vida de
arrogância  traduz numa verdadeira ânsia 
do  ignóbil  ser a padecer  em sua pútrida
feitura  de vã e vilã  criatura ao amanhe-
cer  de noite  escura, se realmente  is-
so der pra acontecer.  assim nessa 
ignorância  mental tudo  pode
ascender,  até esse ato
de fazer o irmão so-
frer, achando-se
senhor acima
do bem e do
mal  fatal, as-
sim porta-se es-
sa criatura até mes-
mo em  sua sepultura
final, nada pode escla-
recer afinal  a essa mente
suficientemente  cauterizada.
como este bojo   aqui rasgado.
é mote  de se dar  risada quan-
do  se lê no epitáfio: ontem fui o
que  tu és, e  amanhã serás o que 
sou.   frase lapidada   pelo poeta
trovador, enquanto,  o mortuário 
é o próprio vilão maroto, agora
 completamente roto a rotar 
seus feitos sem cons-
ciência sem saber o seu verdadeiro
destino  luciferino da própria es-
sência, até que na própria
eternidade a bondosa
misericórdia o 
acorde
com o
sacudir
de seus
acordes
pelo bada-
lar do sino do verda-
deiro amor divino.
podes crer.
p
a-
ra 
cres-
cer  há 
de se  tor-
nar  menino an-
tes do novo alvorecer 
divino.
 
somente o amor pode suportar 
tamanha estupidez humana.
 
jbcampos
 
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A Diva no Divã

O escrevente, meio sem assunto, embora, contente pôs-se a mostrar os dentes no profundo de sua mente-coração. Porém, de repente lembra-se de histórias contundentes e macabras de monstros doentes, tal qual gosto ardente de pimenta vermelha que a mente lhe incendeia com enorme centelha. Então conjetura: Vou enfrentar mais esse dragão sem ter, tampouco, perder a razão.

Sentindo-se ignorante diante de seres distantes, porém, nos jornais com presenças constantes e marcantes, pensando se ia ou desistia, foi adiante e confiante:

 

 

Foi no afã do divino divã que o psicanalista demente, de mente doentia não desmentia a própria psicopatia e com elã trazia sua lista a listar suas referências para ali dizer aliviar o sofrer de inocente coração e à fármaco aviar a própria receita tão repleta de falsa alegria mental àquela divina visão da Diva divina qual mente alucina acima da própria alucinação.

 

Nada importa João, o respeito é bom e necessário, tem de refrear essa sua compulsão. Pegue esse seu fetiche e piche no seu coração o conselho: “Juízo João”.

 

Já há muito nos disse Jesus: “Não podemos impedir que as aves voem sobre nossas cabeças, porém, pensando bem, podemos impedi-las que nelas pousem e em desalinho construam seus ninhos”, entendeu João.

 

Doutor João apaixonado em seu maldoso fetiche, qual pacientemente envolvia em sua mente sua bela paciente ao desenrolar de mais uma louca emoção.

 

O dia urgia para mais uma psicossomática orgia do doutor João. Foi então que a morbidez mais uma vez lhe pegaria cheia de ironia por fazer aquilo que sempre fazia.

 

Oh... Doutor João por que não procura um psicanalista para tratar de sua estupidez?

 

Por Deus o que foi que lhe deu, seria a psicopatia que lhe desmereceu?

 

Ah... Foi o fogo do mal com sua velhaca insistência a cauterizar sua velha consciência!

 

Desculpe aí João, pode ser a sua enfermidade, porém, a bem da verdade toda a maldade é doentia, João, por caridade fustigue essa sua maldosa e idosa ilusão.

 

Porém, a insensatez não fazia enrubescer a palidez de sua branca tez, com sua mente poluída a praticar mais uma estupidez.

 

Ei João; o que foi que você fez desta vez? 

 

Com aquela euforia criada pela sua psicopatia, quiçá, herdada de sua tia, porém, o seu coração ardia naquele estranho dia. Foi assim que João autodescrevia sua antiga sordidez, sempre à procura de sua cura nas suas esfarrapadas desculpas esculpidas na própria imaginação cauterizada!

 

Agora, mais um famoso analista corre da polícia por estar registrado em sua lista.

 

Como você é burro João, todo mundo sabe o que é um fino cabaré, quiçá, um bordel. João você com toda essa grana a qual sempre lhe engana com essa velhaca gana, pois, poderia comprar com seu mísero dinheiro um prostíbulo inteiro João, e ainda passaria por bom cavalheiro. Não que seja um conselho, mas é melhor do que estar causando dano à psique de suas pacientes permanentemente; como já lhe disse sobre seu doentio fetiche.

 

Como você é burro João ao desrespeitar suas pacientes, pois, é nada inteligente essa sua enganosa sensação inconsequente.

 

Agora a polícia vai ter de encarar.

 

João você gosta de apanhar?

 

Não, acho que não, apenas macular o coração do seu irmão. Jamais vai aprender essa lição, essa é a sua sina que a natureza não explica o porquê dessa compulsão que sempre alucina a fazer tal maldade independentemente de idade!

 

Coloque na sua velha cabeça, e jamais se esqueça - você é mais um psicopata, João, mas seja humilde e a Deus peça perdão, claro se tiver a capacidade consciente de pensar, João.

 

Desculpe a comparação, você está preso à sua própria psicopatia, como uma porca a emporcalhar sua própria pocilga e toda a sua cria todos os dias.

 

 
João, como é doentio esse seu coração!

 

 
Vá se tratar João, se ainda der tempo.

 

 
Vamos deixar bem claro, não estamos julgando o João, somente querendo entender essa macabra situação onde o bode tenta esconder o seu pé-de-cabra sujo de sangue exangue em suas próprias mãos, entendeu, ou não, irmão?

 

 
Também não...

 

 
Jbcampos

 

 

 

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Cartilha do seu bem-estar

 

CARTILHA DO SEU BEM-ESTAR

Conscientização

Siga essa cartilha é seja feliz.

Acredite sempre em você.

Querido leitor, você sabe o que é: consciência?         

O que é hipnose?

O que é lavagem cerebral?

Assédio mental?

Ah... Acha que sabe...

O sistema que move a nossa vida nos condiciona à hipnose que escraviza, essa é a realidade nua e crua. Vamos deixar bem claro, somos todos, sem exceção, hipnotizados pelo sistema familiar, escolar, social, religioso, não escapa ninguém, e só há uma maneira para sermos menos hipnotizáveis a qual se chama: 

Conscientização

Vamos falar de coisas boas e ruins, para que você possa entender o óbvio o qual a sua mente não quer enxergar, somente por um comodismo hipnótico.

Existe alguma coisa que pratique a mentira mais do que o político desonesto, o qual promete mundos e fundos aos seus eleitores e jamais cumpre? Haja vista a situação do nosso querido Brasil Varonil. Pois é! É esse cara aí, chamado por Vossa Excelência, que nos governa e cria leis formando o sistema no qual somos obrigados a conviver. Porém, pelo efeito hipnótico seus eleitores ficam cegos e o reelege, mesmo que já tenha sido cassado por corrupção.

Às vezes fazem enormes passeatas por um calhorda, corrupto e condenado, e podem até cometer crimes hediondos por essas “Excelências”.

Tenha a consciência de que também é possível invadir as urnas eletrônicas com o fim de adulterá-las. (craqueá-las ou raqueá-las).

Não importa a formação cultural desse cara, aliás, fica até mais fácil para praticar a vergonhosa corrupção quanto mais aculturada for essa criatura do mal.

Estamos alongando o assunto e abordando-o para demonstrar o que pode produzir a hipnose em massa.

Existiu um pastor chamado Jim Jones, o qual convenceu mais de 900 pessoas a cometerem suicídio, veja só o poder da hipnose. Temos de relatar a verdade nua e crua, no qual inclui assuntos desagradáveis.

Já que estamos aqui tratando de hipnose a qual é simplesmente assédio mental, podemos citar o mais desprezível dos seres humanos, o medíocre estrangeiro: Adolf Hitler, que na sua ignóbil mediocridade convenceu uma das mais evoluídas raça humana a segui-lo cegamente, isso é a verdadeira hipnose em massa.

Se você consegue enxergar o óbvio e jamais vota no cara corrupto, você tem consciência política.            

Quantas vezes você mudou de marcha o seu automóvel hoje, e por quantos faróis passou? 

Por que você briga com o seu maior tesouro, a sua família?  

Por que não controla seus impulsos, seus vícios, seus gastos?            

O seu sucesso integral está tão perto e você não o enxerga, porque lhe falta a autoconsciência.

Simples assim.       

Pense sobre isso!

Os porquês

Procure entender os porquês de sua maneira de pensar e consequentemente agir, quais os motivos pelos quais você age contra você mesmo.

O porquê da sua compulsividade.

Claro, contra você sim!

Ao você agir compulsivamente, na realidade não está pensando bem nas suas atitudes e consequências.

 

SAIBA MAIS – “FREE”

 

jbcampos

 

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conversa convexa

u
m
dia
dis-
se o
poeta:
navegar  é 
preciso, porém, 
não foi por falta  de 
aviso.  como não havia 
navio,  cavalguei à  ginete
 sobre  a sobra de  um alazão 
quarto  de   milha,  emprestado
do   meu  velho  patrão,  um  es-
pertalhão  nessa  bela coleção-
maravilha. na  sua herdada
fazenda  já  existia corcel
pra dedéu ao léu. era 
um tro-
pel  de 
mustang,
árabe, an-
daluzia. até o
pônei  lhe  trazia
o troféu nosso de ca-
da dia. mustafá falava no-
ite e dia de seus  cavalos, real-
mente era o seu passatempo. um 
dia  morreu  mustafá e partiu o meu 
coração ao  partir voando  aos  céus 
de  Alá  sobre seu  árabe  alado lá
pelas  bandas  das  arábias  on-
de  já  existisse  mil  e  uma 
noites de belas fantasias.
ainda  bem  que  foi  com  o  árabe,  quiçá,  para  formar 
novo  plantel nos  verdes  campos, aos  pés  de   Maomé! 
será  que  é?   nesse  universo   diverso  tudo   é   possível 
pela  postura  da  criatura.  até  morar  numa  gota  de  orva-
lho com  cavalo  ou  sem  nada  para rimar, será  que lá tem 
mar só para rimar, ou seria  apenas alegria  de  sofismar es-
as arrelias? aqui troco os laços, pois,  arrelia  foi  um gran-
de  palhaço, coração derretendo sob velho peito de aço.
 
quando a gente tá sem
 assunto é  nisso que dá!
 e  o  pior,  ainda tenho de
   assinar esse  bazar  de ba-
   langandãs, num velho divã.
 
jbcampos
 
 
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Primavera

 
Ah... Se tudo fosse primavera
 
Seria o respirar de renovada era
ao  revoar de tantas  quimeras.
Ao  perfumar  de belas flores,
o singular  de  seus amores.
Alegria, fantasia  e açores
a escorar o seu veleiro, ao tisnar do nevoeiro.
Oh... Inocente primavera, é prima  irmã do vil ve-
rão o qual aquece o coração na  manutenção da ilu-
são. Seja como for, o outono, traz em seu bojo o bônus
ao inferno-gélido-inverno.
Oh...  Inocente primavera,
Olá: Juventude;  saudação.
É apenas mais uma estação
a rir da vida em sua profusão.
Apesar de  bela saúde, um dia
toda  essa  maravilhosa  alegria
resumirá nessa gloriosa plenitude.
O seu amor  àquela  flor,  sobretudo,
o seu orgulho  mergulhado  no ataúde.
Despida, quiçá, lhe sobre um sobretudo.
Porém,  essa  é lei a qual advém
do  misterioso  circo  do além.
Mesmo que você não goste!
Mesmo que você não que-
ira,  meu adorável bem.
O poeta tem mente digital, pois, a informação não
lhe para de chegar, e haja  antivírus para filtrar.
Ideias, ideais de todo o lugar,  lá das quebra-
das  da  China,  da Cochinchina, passando
pelo misterioso,  ardiloso,  velho e novo
Nepal. Egito do Nilo, Nilópolis do car-
naval, além  do canavial de Sampa
da garoa, anúncio de gente boa,
sua cabeça sempre a povoar.
Apesar desse imenso car-
rossel,  poeta também
não passa  dum bar-
quinho  de papel
frágil  a nave-
gar poesias
de  dor e
alegria
sem
par
ao
a
m
a
r
.
 

 

MISTÉRIO

 

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o bote do poeta

 

o bote do poeta

 

em sua mente  navega o poeta de camarote,

relaxadamente sobre seu  velho-querido bote.

aí  aparece a musa e lhe acusa com um mote:

porém, vai  além do trote com ardiloso chicote.

o poeta-atleta  prepara-se para dar o seu bote.

 

a musa, sem recusa,  abusa de sua inspiração

chama-o à  atenção, mas  o poeta logo pensa:

isso é  exploração!  convém cumprir  a missão,

meu  filho-irmão, não vê  a poesia na sua mão?

é  o privilégio  contra todo o malvado sacrilégio

sacolejado  no corredor  de enganoso colégio,

colegiado de falsa ilusão, congresso da nação!

 

o  poeta  é o jornalista discreto sem necessitar

de  qualquer prestação, a não ser à sua própria

emoção. em  sua rimação pode abrandar o cor-

rupto da sua própria corrupção, é disto que  es-

tá necessitando a nossa nação, já que no con-

gresso está referto de toda a religião sem a

prática  dos milagres dos  quais nos fala

tanto a religião. será que é a falta de

de fé, ou esse milagre o poeta

terá de realizá-lo pela for-

ça poética daquele

que quer. ha-

ja enor-

me

fé.

to-

me

tomé.

 

jbcampos

 

 

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CPP