Destino

Destino

Destino

Sentindo um vazio nos dias vividos
Juntei os meus trapos, co' a mala na mão
Segui pela estrada chorando escondido
Levando retalhos no meu coração.

Com passos ligeiros sem marcas no chão
Seguindo o caminho na mente retido
Tentando esquecer a fanada ilusão
Senti libertar o meu ser oprimido.

Mudança total quis fazer no porvir,
Jurei não sonhar, pois, penando aprendi
Que pra ser feliz precisava tão pouco!

Nas ruas eu vi a plenitude dos loucos,
Sem ter realização, com riso fingir.
Então, compreendendo o destino eu segui.

Márcia A Mancebo
08/02/2021

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Comentários

  • Gestores

    8604929277?profile=RESIZE_710x

  • Belissimo poema Márcia.  Este é o destino do poeta

    que escreve e sente libertar todo o seu ser oprimido

    Abraço fraterno

    FC

    • Obrigada pela visita e comentário, Frederico.

      Um abraço

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