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Quarto vazio
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Ao chegar em casa, o silêncio impera, massacra.
O olhar vaga pelos cômodos vazios, móveis frios.
Tua presença já não mais me espreita, nem espera.
Tudo é escuro, triste, cinzento, sinto calafrios.
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Lembranças intensas a invadir minha mente,
Como um filme a passar em telas brancas.
Momentos únicos de um amor mui ardente
Que num dia mágico acenou com esperanças.
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Agora, só resta o triste lamento, triste pesar
De um amor que se foi, nunca há de voltar.
Dor que não dilui, nocauteia, eterno sofrimento.
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E aqui eis-me a vigiar o tempo, a esperar
O momento certo para te encontrar e te amar.
No fim da madrugada, fria e silenciosa, te procuro.
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Angélica Oliveira
Desafio Edith – Soneto sobre tema:
“ No fim da madrugada te procuro”
Comentários
Aplausos, carissima. Lindo soneto.
Grata, Lílian, pelo carinho!
Ave, poetisa! Que belissimo soneto! Bravissimo!! 1 ab
Grata, Nelson, pelo carinho!
Versos tristes mas cheios de beleza.
Meus parabéns e um grande abraço.
Grata, Juan, pelo carinho!
As suas profundezas tem raízes e tem vigor, tem procedência do amor.
Grata, Luiz, pelo carinho!
Belissímo, a
saudade de
um grande amor!
Grata, Rocha, pelo carinho!
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