Reflexos da Tarde e da Lua.
Nesta tarde que morre lenta e mansa;
sem dourar o gramado da montanha,
faz-me entristecer, sem ter esperança;
Que eu volte a amar com força tamanha.
A tristeza da tarde adentra a alma.
Marejando os meus olhos de saudade,
como se a vida ali parasse calma.
Na solidão, neste final da tarde.
A solidão me abraça, qual suporte,
enquanto a noite chega com estrelas,
como se sussurrasse: Seja forte.
Contempla a bela lua e se espelha.
Espelhar-se na lua neste instante.
Não é tão fácil, é quase impossível.
Ela brilha sozinha, tão distante,
com brilho frio, triste e invisível.
Márcia Aparecida Mancebo
Itapeva, SP
Comentários
Parabéns, Márcia, teu poema é simplesmente encantador, um abraço! #JoaoCarreiraPoeta.
Obrigada, João!
Um abraço
A saudade de um amor faz a gente ficar abstraída e até distante do mundo.
Meus parabéns e um grande abraço
A saudade de um amor faz a gente ficar abstraída e até distante do mundo.
Obrigada Juan!
Um abraço
Márcia
os reflexos da lua é triste
mas também poético
e creio que a poetisa com o amado ja se declararam mediante a lua
um versar muito lindo
um abraço
Obrigada Davi!
Um abraço
O entardecer, com a Lua 🌝 já visível, tem seu aspecto de melancolia. Mas a Lua é amiga dos enamorados. Muito bom seu poema, Márcia, inclusive as rimas. Beijos.
Obrigada, Miguel!
Um abraço
Boa noite, Márcia: De fato, minha amiga, doce poetisa! A tarde quando se esvai sempre deixa na gente sentimentos e o nosso eu lírico se manifesta com fez a poetisa, aqui, neste poema. Rimas bem estruturadas, ritmo suave, excelentemente bem acompanhado pela melodia – instrumental, que é importante – amei. Ab.
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