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Adiante... adiante!!!
Tempo que rola tempo, segue adiante...
Vai como viajante, levando os dias
Como chama flamejante à queimar
Não espera ... segue adiante ... adiante!!
Tempo que segue afoito, sem descanso
Não espera a dor passar... a tristez
QUANDO TE FALO...
Quando te falo
Talvez a minha voz não te alcance
Não, por não conseguir me ouvir
Mas talvez, por não querer ouvi-la
Te beijo em minhas poesias
Mesmo quando elas são tristes
Te penso e te escrevo
Com os sentimentos mais sentidos
N
ANJO MEU
Anjo meu
Que voas pelo espaço infinito
Do meu pensamento
Ao longe, vejo o teu olhar
E da sacada
Me ponho a te observar
É tarde, então me deito
As janelas estão abertas
Encolhida em mim mesma, penso
As imagens em desordens
Se misturam
Vamos prestigiá-la nessa entrevista!
Sonhos perdidos...
Um dia eu sonhei e acreditei que era real
Que tudo de belo e feliz poderia acontecer
Se acreditássemos com toda força de nosso ser
E se entregasse de corpo e alma para concretizá-lo...
Mas sonhos são apenas sonhos... nada mais
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Divina luz que me inspira
Faça de mim um espectador
Sequioso pelo som da sua lira
E dos arpejos de um anjo tocador
As fímbrias de túnicas angelicais
Umedeçam lágrima e suor que escorrem
Na minha fronte e no cenho vesperais
Hora que certamente dec

Eu faço versos
pra espantar meus sustos,
dores, angústias e tristezas vãs...
vou caminhando pra esquecer o tempo,
e, nesse alento,
vou buscando as mágoas
pra apagar as chagas
e recomeçar!
Sou como lírio
que ilumina o vale escuro,
sou como águias
à
Nunca fui poeta,
fingi que era para sobreviver,
existe alguma forma mais bonita
de enganar a si mesmo,
brincar de ser profeta,
ser feliz, viver?
Errei ?
Sem a menor falsidade,
tenho certeza
de que nunca enganei
os amigos
por maldade,
eles fingiram
gostar dos me
Num acto de desespero incontido
com um grito espantei o meu medo
que à muito num silêncio gemido
dormia comigo em segredo.
.......
Sem nenhum sinal de complacência
vinquei a minha autoridade adormecida
aticei o meu sangue em efervescência
e dei a tr
Abriu a porta devagar
Deixando seu perfume entrar
Veio em passos lentos
Eu já pressentia aquele momento
Com os olhos a lacrimejar
Ele sentou-se em nossa cama
E confessou ainda me amar
Mentiu que não mais me queria
Que em nosso quarto não mais pisaria
Amor Adeus
Já não devo mais temer a tempestade
Nem a água que em cascata encharca meus cabelos
Minha boca tenta em vão dizer teu nome
Na poeira escrevo adeus com os meus dedos
Eu já não posso encontrar o teu sorriso
E não sinto tua magia o teu encanto
Eu nã