Revelação
Com um vestido negro cor de azeviche
A dama de silhueta esguia escreve
Inspirada na noite, seu fetiche
Para revelar sua índole leve.
De posse da sua pena, em nostalgia
Esbarra em pensamentos e transmuda
A face apreensiva em calmaria
So
Revelação
Com um vestido negro cor de azeviche
A dama de silhueta esguia escreve
Inspirada na noite, seu fetiche
Para revelar sua índole leve.
De posse da sua pena, em nostalgia
Esbarra em pensamentos e transmuda
A face apreensiva em calmaria
So

Havia em minha rua um poeta franzino
Meus olhos marejavam ao vê-lo escrever
Os versos como se meus fossem, menino,
Já alertavam, adiante, o que iria acontecer
Prole imensa, mobília modesta, o pobrezinho
Nutria-se de nuvens, e a família a perecer
Não lhe s
A passarela
Ela caminha, livre, linda e sensual
Seu perfume inebriante
Seu sorriso é algo fora do normal
Seu modo de olhar é excitante...
Ele vem pela mesma passarela
Seus olhos verdes e pele negra
Seu corpo, uma verdadeira aquarela
Seu sorriso deixa q

Noite de luar
A lua chegou ao céu cor de brasa
E um cheiro trescalante de flores
Espalhou-se por toda a velha casa
Onde só havia nos corações, dores.
A serenata ao som de violão e flauta
Deixava-se evolar pelo ar sons plangentes
Canções cantavam a morte d
NOITE DE NÚPCIAS...
A luz tênue e lânguida das velas nos castiçais
Fazem com que as sombras dancem pelo aposento...
Ele a observa em seus trajes de núpcias
Está quieta, esperando o desfecho do que está por vir...
Ele se aproxima, toca-lhe a face,
À Mena Azevedo
Não medirei esforços para alcançar
A outra margem do rio, oxalá!...
Ali me espera a quem devo encontrar
Meu amor, eterno amor, fica lá...
Ai do rio arrulhante e escuro, credo!
Meu leme deu pane, o barco derivou
Mas a braçadas meu coração bêb

À Maria Angélica
É me redescobrindo que permaneço
Em processado tom de calmaria...
Eis que transcendo e então aconteço
Levando na mochila punhado de poesia
Andarilho pregoando os versos meus
No chão calcinado a que pertenço...
Teço linhas sobre o amor, fé,
P A I - M A I O R
---
De lá dos Altos um Velho Pai observava
Filhos terrenos mimando aos seus Pais
Deixando mesmo escapar até muitos ais
Enquanto lagrimas feito chuvas chorava
---
Enquanto isso cá na Terra ainda desalmada
Filhos terrenos os se
O pouco com Deus é muito
É o que diz o ditado
Mas antes muito do que pouco
Com Deus aqui do meu lado
Sorrindo e despreocupado
Por ver que tracei meu caminho
Mesmo quando ajoelhado
Sentindo-me fraco e sozinho
Culpando a vida e o mundo
E a tudo pelos meus fraca
Aprendendo
Aprendi a não chorar com todos me vendo.
Só quando não dá pra controlar.
Vou chorando e rabiscando.
Nos rabiscos vou desenhando e declarando todos sentimentos meus.
Seja amor ou dor.
Aprendi a expôr assim.
Então aprendendo e vivendo.
Vou dizendo
Deixe-me apenas uma flor,
E que seu afoito perfume,
Seja sua presença sensual,
Que é a essência,
Desse eterno amor.
Deixe-me apenas um papel sem cor,
Escrito a mão sem pudor,
E tuas letras serão minha senha,
Da minha cruel saudade,
Que retém todo o teu amor
Cabra da peste
Sim! Sou filho do Nordeste
Da caatinga e do agreste
Eu moro na Zona Leste
Vim aqui pra fazer teste
Ainda que o dedo conteste
Ah! Meu Deus, o que me deste
Era pouco e se acabou
Cabra da peste
Labuta, luta e investe
Se não vevi a gente insesti
E ai
*** *** *** ***
Rabo Net e Nabo Neka
*** * ***
Não só das 10Humanidades giram os Mundos...
Incrustado no UniVerso próprio, se encontram em ua Plataforma
em forma de mesa, Rabo Net e Nabo Neka, que dialogam entre si
da importância legulamental do Mun
Viajar nas letras
Viajei nas letras
Dei asas a imaginação.
Lembro como se fosse hoje.
Lia com desejo e viajei
Deitados meu irmão e eu
Lia aqueles livros com tanta perfeição.
Fui ao paraíso onde tudo é lindo
Fui ao mar onde tudo tinha seu par.
Foi a viagem m
Aquele olhar
Simplesmente aquele olhar.
Foi tão intenso, e profundo.
Nunca tinha visto algo assim.
Foi paixão foi amor.
Simplesmente tudo que foi intenso estava naquele olhar.
Me deixou sem palavras.
Meu fôlego se foi.
Parei e tentei entender o que tinha a
Expirou o silêncio que sentia no embalo
destes versos vagos
arrumados no compartimento do tempo
onde abreviamos as saudades
engradadas na madrugada alucinante
que chega
fechando o postigo das lágrimas
caindo na paisagem cinzelada da vida
repercutin
ConDor... Eu Voo!!!
...
Asi como El Condor que voa alto
não pense que somente por voar
que o mesmo não veja as coisas 'por baixo'
e que em tudo cegamente vai confiar
.
Asi como la Gaviota que sobre as ondas,
não pense que por ela saber flutuar
não s
Alegoria de la ZKverna
.
Esta alegoria, puede parecer un Mito, mas noé.
.
I - Presos por vontade própria em uma Zkverna sentados em tosco
banco, viviam Sujeitos com seus Verbos e Predicados, mirando a parede
onde apareciam imagens em formas de sombr
Passando só para dizer o quanto você é especial para mim...
Passando só para dizer o quanto quero te ver...
Passando só para dizer o quanto penso em você...
Passando só para dizer o quanto você me alegra...
Passando só para dizer o quanto quero te al