poemas (274)

Conto — O Coxo, o Cocho e Juanito!

13454742871?profile=RESIZE_710xO Coxo, o Cocho e Juanito!

— "Eu Sou Juão Karapuça poeta e, de quando em quando, gosto de voejar para o sul da America do Sul.

Meu objetivo sempre é chegar no Vale Encantado, onde fica a prestigiada

Faculdade da Casa dos Poetas e da Poesia,

na gélida P

Saiba mais…

Poema — As Cordas da Minha Viola Caipira!

13454253255?profile=RESIZE_710xAs Cordas da Minha Viola Caipira!

Nas cordas que farfalham sem receio,
Reside um canto antigo e tão bonito,
Um som que vem do campo, forte e aflito,
Tocando corações em devaneio.

Se um dia a dor me pesa no meu seio,
Minha viola canta um doce rito,
Galh

Saiba mais…

Poema — Soneto Das Noites Eternas!

13453665496?profile=RESIZE_710xSoneto Das Noites Eterna!

Nos corredores frios, luz tardia,
Ressurge o nosso afeto inefável,
Sob a égide intensa e imutável,
Que em rútilos matizes reluzia.

A noite nos guardava em harmonia,
No abraço de volúpia inenarrável,
Onde o desejo ardente, inab

Saiba mais…

Poema — Alvorada Poética!

13452665088?profile=RESIZE_710xAlvorada Poética!

A luminescência invade o alvorecer,
Em tons dourados, cálidos, serenos,
E os raios traçam sulcos tão pequenos,
Que o céu parece, enfim, adormecer.

No vento ululante a voz do dia
Ressoa branda, em tom verossímil,
Enquanto a aurora, em

Saiba mais…

Crônica — Pensamentos Carreirianos — 0027 —

Pensamentos Carreirianos —— 0027 ——

—— Juão Karapuça, bom dia!
—— Bom dia mestre!
—— Posso fazer-lhe uma pergunta Juão?
—— Decerto que sim professor!
—— O que você entende por: "trabalhar por prazer?"
—— Mestre, no meu humilde entender, seria eu fazer

Saiba mais…

Crônica — O Relicário de Nossos Sonhos!

13451413873?profile=RESIZE_710xO Relicário de Nossos Sonhos!

— Olá mestre, boa tarde! Eu já estava fenecendo de saudades desse nosso bate-goela!

— Boa tarde, meu bom e auspicioso jovem Juão Karapuça! Eu também estava com saudades de nossos contos e crônicas!

— Professor, não podemos

Saiba mais…

Poema — Ontem, Hoje e o Amanhã do Poeta!

13450779463?profile=RESIZE_710xOntem, Hoje e o Amanhã do Poeta!

O poeta é livre a voejar,
Rútilo em versos, dono do tempo,
Matiza o ontem num novo intento,
E ao amanhã pode já cantar.

Sob a égide a lhe guiar,
Inexorável, sem contratempo,
O poeta é livre a voejar,
Rútilo em versos, d

Saiba mais…

Poema — Uivos ao Vento na Negritude da Noite!

13450329689?profile=RESIZE_710xUivos ao Vento na Negritude da Noite!

O vento uivava e cortava em açoite,
Estigma cruel que a noite me dava,
Porém, na penumbra, um brilho se acoite,
E o enleio em sua alma já me encontrava.

Fiapo de tempo em idílio bendito,
No ar, seu perfume eclipsa

Saiba mais…

Poema — Noite de Sons e Sussuros!

13449583465?profile=RESIZE_710xNoite de Sons e Sussurros!

A noite é o relicário do amor,
Solfeja em fonemas, suaves, sutis,
Sombra e luz dançam em tom sedutor,
Tamborilando desejos febris.

Gorgolejar dos ventos gentis,
Grugulejar das folhas em fulgor,
A noite é o relicário do amor,

Saiba mais…

Poema — Serenata ao Luar!

13444383859?profile=RESIZE_710xSerenata ao Luar!

A madrugada em rútilo mistério,
Veste-se em matizes de azul e prata,
Segredos galhofam num tom etéreo,
Enquanto a brisa os sonhos desbarata.

No farfalhar das folhas tão discretas,
A viola entoa um cântico divino,
Voeja a alma em notas

Saiba mais…

Poema — O Sonho Que se Dissipa!

13443567673?profile=RESIZE_710xO Sonho Que se Dissipa!

Na alcova onde o enleio fez morada,
Voejava o desejo em luz tardia,
Mas vi-te, amor, na sombra dissociada,
Num fiapo de tempo que fenecia.

Tentei conter-te em névoa desatada,
Mas dissentir do sonho eu não podia,
Atochado

Saiba mais…

Poema — Ode à Poetisa Noctívaga!

13443503661?profile=RESIZE_710xOde à Poetisa Noctivaga!

No vale onde a lua em brilho esmaecido,
Permear versos faz-se um encanto feérico,
Arvorejam no céu um sonho perdido.
E as estrelas, em lume doce e etéreo,

Balalaica dos ventos, em som comovido,
Marulhar das paixões num cânt

Saiba mais…

Poema — O Caderninho e a Caneta do Poeta!

13443495467?profile=RESIZE_710xO Caderninho e a Caneta do Poeta!

No limiar dos sonhos, ao dormitar,
Minha caneta dança em poesia,
Num prelúdio de luz a voejar,
Tecendo rimas que o tempo esculpia.

Abdico o sono e, abstêmio, escrevo,
Pois a inspiração não pode esperar,
Se é ambíguo o

Saiba mais…

Poema — O Som da Minha Viola!

13444383859?profile=RESIZE_710xO Som da Minha Viola!

Quando a tristeza vem e me devora,
Noctâmbulo, me perco em melodia,
Minha viola canta e me acalora,
Lúdico encanto em pura harmonia.

Nos trastes soltam-se os sons da memória,
Gorgolejar de notas tão sentidas,
Fonemas soltos c

Saiba mais…

Poema — Nas Garras da Paixão Poética.

13439192700?profile=RESIZE_710xNas Garras da Noite Poética.

Seguindo os passos da noite, o pedido ápice,
Dos sussurros da lua em flanco iluminado,
Lábaro de estrelas no ar se espraie.
Entre peitoris do céu, tão bem traçado,

A função e detalhes do sonho, lúdico enlace,
Empírico senti

Saiba mais…

13436229266?profile=RESIZE_710xA Gramática na Patagônia e o Caso "Fedelhos".

Eu, estou novamente, no sul da América do Sul! E a brisa gélida da Patagônia entra pelas frestas da janela da sala de aula número 01 da

"Faculdade Casa Dos Poetas e da Poesia",

quando a professora Dolores

Saiba mais…

Poema — A Busca na Calada da Noite.

13432090057?profile=RESIZE_710xA busca na Calada da Noite.

Já era madrugada e o sono fugia,
Entre matizes da noite, tão lúgubre,
Buscava no dogma da arte inefável,
A volúpia dos versos, qual mitologia.

O farfalhar das folhas, em melodia,
Ressignificava o silêncio incansável.
Já era

Saiba mais…

Poema — A Redenção da Poesia.

13428728287?profile=RESIZE_710xA Redenção da Poesia.

Pela noite adentro, em idílio profundo,
Um fiapo de tempo se estende ao além,
E o artífice do verso recria o mundo.
Entre as sombras que o estigma retém,

No enleio da busca, um déjà-vu acende,
Eclipsa o prosaico, revela o divino,

Saiba mais…

Poema — Gemidos da Lua Cheia.

13427249098?profile=RESIZE_710xGemidos da Lua Cheia.

Atrás da negritude da noite, busco um canto,
O céu recrudesce em tons feéricos e frios.
Enquanto a lua solfeja seu encanto.
Arvorejam estrelas, incipientes brilhos,

Simplesmente, esmaecido, o verso tenta o manto
Compendiado e lúdi

Saiba mais…

Poema — Relicário Das Eminências.

Relicário Das Eminências.

Flébil canto nas asas da noite a vagar,
Flexuosa, a poesia se torna dileta,
Um relicário de sonhos a farfalhar.
Porquanto solfeja em cadência secreta,

Pontuar com proficiência o verbo a brilhar,
Inelutável, sua força é persuas

Saiba mais…
CPP