poemas (471)
🎶Uma Folha Seca de Outono Voejando!🎶
Haibun — Haicai
— Narrado pelo Poeta do Tempo e da Ternura —
Uma folha seca de outono, voejando, é metáfora de nossa própria existência: leve, errante, telúrica, e ainda assim impregnada de tênue luminescência. Dança
— “Narrado por João Carreira — Poeta do Tempo e da Ternura” —
Amigos, aí é que está o fio da meada: hoje quero honrar um simples compromisso com alguns camaradas e com a poetisa Maria Dolores Salmerão Fender, da CPP — Casa dos Poetas e Poesias. A tra
🎶Se o Amor Fosse Um Sonho...!🎶
I
E se tua luz fosse esmaecida,
Se as estrelas cessassem de brilhar,
Se a noite, sem lua, fosse perdida,
E o tempo ousasse nos relativizar.
II
E se teu corpo não fosse feérico,
Nem tua voz pudesse solfejar,
Se o amor tornas
🎶Manifesto da Memória e da Ternura🎶
Eu me revelo como Poeta do Tempo e da Ternura, e hoje caminho em espiral: desço pelas catacumbas da memória, onde cada vestígio respira em silêncio. A semântica do que vivi incandesce meus passos como lâmina tênue d
— Voz conduzida pelo Poeta do Tempo e da Ternura — onde cada verso encontra o que o coração cala. —
🎶Versos Não Encontrados!🎶
I
A vida é poesia, um enigma a soar,
Dualidade que insiste em contrapor-se ao fim,
Caminhando pelas ruas do saber sem par,
— Uma dramaturgia que foi abortada, pois havia uma pedra no meio do caminho — não, a de Drummond repetida, mas a que ensina a parar. Do que restou, nasceu este poema, inspirado numa versão lírica desconhecida. —
I
Sou artífice do gesto que te chama,
t
🎶A Melodia da Infância!🎶
I
No enlevo rútilo da infância,
violinam sonhos em pura poesia,
há na alma doce fragrância,
que evoca da música a magia.
II
Hegemonia suave de um nirvana,
resplandece em notas de volúpia,
o arco canta, a emoção emana,
silencia o dogma
—— Quase uma homenagem a Zeca Veloso — à sua voz singular que falseteia, suspensa entre fragilidade e luz! ——
I
Enlevo ensina o homem a regressar
Hegemonia do afeto vence o rigor
Sem dogma, a vida se abre em fulgor
Rútilo gesto permite enfim reatar
Vo
(Por João Carreira, o poeta do tempo e da ternura)
I
Do barro sou feita — sou fenda e segredo,
arcando o planeta, silente, sozinha.
Rachada de dor, mas negando o degredo,
sou Terra, sou Mãe, sou raiz, sou colina.
II
Nos ombros carrego o globo em pedaços,
o t
— Narrado por João Carreira o — Poeta do Tempo e da Ternura —
Caminhei por muito tempo acreditando que o sopro bastava, que a faísca inicial — diáfana, pulquérrima, sensacional — já continha em si o poema inteiro. Havia em mim uma convicção empoderada
— Narrado por João Carreira — Poeta do Tempo e da Ternura —
Nasceu como quem já pressentia o destino, porque certas vidas não começam no choro, mas na intuição silenciosa de que o mundo ainda precisa aprender a olhar.
Valentino Clemente Ludovico Garava
🎶Versos de um Coração Dolente!🎶
No frio papel se deita a minha dor,
versos que choram em prantos sombrios,
fiapos do tempo em tons tão vazios,
traçam na tinta um fúnebre ardor.
Lamentos sutis que a alma esculpiu,
na pena do artífice a mágoa persiste,
— Narrado por João Carreira — Poeta do Tempo e da Ternura. —
Cresci aprendendo que o brilho engana, mas a essência revela.
Sou príncipe por herança simbólica e por escolha interior. Paris, com sua hegemonia cultural, foi o palco auspicioso onde minha f
—— Septilha inspirada no cântico “Faz um Milagre em Mim”, na escuta da graça que transforma, de Regis Denese ——
I
No limiar da alma, comecei a evocar luz,
com o coração atochado, poisado no chão;
entre culpas e medos, dissociar era ilusão.
Sem dissent
Poema inspirado no cântico “Quem é Esse?” — de Julliany Souza.
I
No limiar da praça, deixei dormitar
meus olhos poisados na poeira do chão;
era um prelúdio ambíguo de medo e clamor.
Vi dedos escreverem antes de julgar,
e a lei, abstêmia, perdeu sua vo
— Narrado por João Carreira — Poeta do Tempo e da Ternura —
Caminhava como quem pertence, saudando rostos e memórias, porque sabia que o cotidiano é a matéria-prima da eternidade. Cada gesto simples — um aceno, um sorriso, uma palavra breve — carrega
— Crônica narrada por mim — o Poeta do Tempo e da Ternura, que aprende com as palavras enquanto o mundo insiste em tropeçar nelas! —
Comecei aprendendo que as palavras têm peso, e que esse peso não mora no dicionário, mas no silêncio que fica após di
— Crônica Narrativa Em Primeira Pessoa —
"Entrei no templo como quem atravessa um limiar invisível: o corpo presente, a alma lívida de expectativa, o coração em volúpia silenciosa, pois há momentos em que o céu não desce — ele se abre — e o homem só
🎶Poetize-me do Jeito Que Quiseres!🎶
I
Poetize-me do jeito que quiseres.
Nas batidas descompassadas do meu coração,
solfeja teus fonemas de ternura.
Cada verso teu me atravessa como
voo de borboleta em tarde quieta —
voeja em mim, sem pedir licenç