Oh, cebola, tão mal interpretada, musa idiossincrática das cozinhas!
Na tua forma humilde e homogênea, jaz a predominância da essência inexpugnável, que faz da lágrima uma epifania de sabor.
Em tua preeminência, ressignifica
Oh, cebola, tão mal interpretada, musa idiossincrática das cozinhas!
Na tua forma humilde e homogênea, jaz a predominância da essência inexpugnável, que faz da lágrima uma epifania de sabor.
Em tua preeminência, ressignifica
Lapisito, um poeta de alma aristocrática, dedicava seus dias a emoldurar o mundo com palavras bem esculpidas.
Seu silabário era impecável, suas rimas magistralmente estruturadas, quase um templo de ordem e proficiência.
Porém,
Cada verso teu é uma flecha certeira:
Atinge meu coração com a precisão de um artífice, entretanto, como num vaticínio, deixa minha alma sorrindo em silêncio.
Há algo de inefável e rútilo em tuas palavras, um brilho quase s
Era uma manhã ainda adormecida quando me sentei no velho banco do jardim, esperando por inspiração.
E então, como o canto dos pássaros anunciando o nascer do sol, sua poesia me invadiu, lépida e encantadora.
Cada palavra, com uma fec
(Love of my Life)
— Professor, essa música foi da minha época. Foi gravada em 07/1975 pela banda de rock britânica Queen.
Ela faz parte do quarto álbum de estúdio da banda.
— Juão, Freddie Mercury gravou essa belezura de música (que d
Anacronismo: A Dança dos Tempos.
— Juão dê-me a descrição literal desse substantivo masculino. E depois conte história:
— É para já professor, a palavra “anacronismo” deriva do grego “ana” (contra) e “kronos” (tempo), referindo-se a algo que está fora
Ortodoxo: A Tradição Que Respira.
— Bom dia professor, esse substantivo masculino é muito rigoroso.
O termo “ortodoxo” vem do grego “orthos”, que significa “correto” ou “verdadeiro”, e “doxa”, que significa “opinião” ou “crença”.
Portanto, mestre, a p
— Professor, eu não sou tão longevo quanto o mestre, mas sei que Frank Sinatra foi um cantor, ator e produtor ítalo-americano e, seu sucesso começou em 1930 até 1980.
— Sim, Juão e a música que envolve o título da nossa crônica, f
Esse cara é um adjetivo. E tem alguém parecido com ele como:
“Banal, batido, comum, comezinho, trivial, corriqueiro, costumeiro, cotidiano, frequente, habitual, semelhante, simples, singelo, vulgar…”
Uma família gigantesca.
O
Epígrafe: A Primeira Palavra e o Último Pensamento
— Bom dia! Eu sou Juão Karapuça, um trovador criado por um ser humano denominado poeta.
— Sim Juão! Exatamente eu, o criador, João Carreira, poeta. Vamos tentar esmiuçar esse vocábulo que é um substant
A Encantadora Arte da Satisfação.
Minha cognição diz que a satisfação é um daqueles sentimentos raros e imponderáveis, uma presença que tanto vitimou-se no limbo do ostracismo quanto foi elevadíssima em milhões de aplausos — mas é claro, quando genuín
Amanheceu pulquérrimo, e não poderia ser diferente — é o aniversário do Nikolas Carreira (meu Nikão), meu querido neto, arquétipo de alegria, sempre está espalhando cores como um arco-íris.
É de fato um dia especial, onde c
Mote: O Assunto Que Move Mundos.
— Juão Karapuça boa tarde, eu confesso que sempre achei um “Zé Ninguém” esse senhor.
Mote, na minha percepção, era um nada do tudo que nunca existiu, mas o camarada é bem interessante.
“Mote pode ser um tema, um assunto
Caso você tenha entre sessenta a noventa anos, com certeza o ontem marcou sua vida:
“Yesterday.”
Um dos maiores sucessos dos "Beatles". Esse estigma vou levar para o resto de minha existência:
“Ontem parecia tão distante, t
Reverberar: O Eco das Palavras.
Hoje, eu vou tentar descrever para você esse verbo intransitivo e,
espero que você goste inclusive da sua família:
“Refletir, emitir, transmitir, repetir, ecoar, ressoar, percurtir e destacar, deve ter mais.”
“Reverberar
Olhos da Alma, Coração da Chuva.
Eu sei que há quem diga que a chuva é apenas água caindo,
gota a gota, um fenômeno canhestra e meteorológico.
No entanto, sob a égide do guarda-chuva e dos estereótipos,
para esses tipos de pessoas basta abrir a capa,
Meus queridos “poetinhas”, talvez sejamos, de fato,
uma coalizão improvável de sonhadores que se embaraçam entre o ontem, o hoje e o amanhã.
O ontem, esse dogma inamovível, é uma unanimidade lúgubre:
Foi-se, de maneira inexp
Essa é minha certeza de que: indubitavelmente, quando um poeta, ou mesmo uma poetisa,
abre sua mente para acolher o novo, algo mágico acontece.
De uma simples ideia que eu tenha como poeta,
germina uma fecundidade que, como
Você já observou que, simplesmente, há algo de aristocrático e,
ao mesmo tempo, diletante na dança do tempo,
esse fiapo quase invisível que ora abraça o hoje, ora deixa que o ontem se esvaía?
Sobretudo, é como se Deus, num id