Naufrago
Nenhuma brisa há de vir neste absurdo
mas seu negro manto, contudo o rodeia
não vera que seu sentido é quase tudo
igual um bêbado andando sobre a areia
Que avança insistente a passos lentos
numa ladeira no estertor da madrugada
na vã procura do po
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E O POETA CHOROU!
Hoje vi um poeta
chorar.
A tristeza bateu
forte seu coração
Em seu rosto
angelical.
As lagrimas caiam
copiosamente
O poeta de cabeça
baixa.
Tentava sua
tristeza esconder.
Hoje eu vi um poeta
chorar.
Em seus olhos se
via uma

Verso
Há um verso guardado
No fundo da alma trancado
Não por correntes ou chaves,
Tampouco algum cadeado.
Esse verso escondido,
Em meu âmago guardado,
Se faz frágil pra mim mesmo,
Rijo no amor que se cala
Fio de ouro emaranhado
Nas tramas do me
Ói Seo Dotô
Eu não to pedindo esmola
Aqui, ta faltando escola
Pra meus fio estuda
Ói Seo Dotô
Mininu aqui tem demais
E cada dia vem mais
E num para de chega
Ói Seo Dotô
Hospita sei que é luxura
A gente reza e se cura
E temos Deus pra nos oiá
Mas...Seo dotô
Sem fe
- cidade martirizada onde a coragem reabilita a esperança sempre galvanizada
Aprisionados à sombra de uma enorme solidão reencontram
Em cada esquina o sofrimento arremessado nesta empanturrada
Geometria bélica desumana, esventrando a vida de
QUE FAÇO SEM TI?
Se minha vida se resume na tua,
se sinto falta de teus afagos...
Que faço sem ti?
Se sinto a falta de teus braços,
dos teus beijos e abraços...
Que faço sem ti?
Se meu coração bate
no mesmo compasso do teu...
Que faço
Hoje eu resolvi sair de casa
E bater perna por ai
Um tolo pisando em poças d’água
Rindo pro o sol rindo de mim
Gosto de caminhar contanto os passos
Que é um jeito de me distrair
Nem mesmo um tropeção causa embaraço
Não me importo se alguém sorri
Como e
Peço que tire as cortinas da janela
Aproveitando peça ao sol para entrar
Felicidade disse estar à sua espera
Mas me falou que não vai mais te procurar
Vem espanar comigo a tristeza dos moveis
Vamos depois regar as plantas do quintal
Quero que vista aquela
Vicio-me em cada memória
Percorro a saudade repenicada
Em cada momento do tempo
Quando nas ruas o silêncio atento deambula
Por entre uma carícia colossal…bem rubricada
Embalo este improvisado verso numa colorida
Matilha de desejos bem entrosados, e
Deixa-me em paz a rosa dizia:
A onda continuava rolando
A rosa abandonada na noite fria
Cantava baixinho chorando.
Não me leve para alto mar
Não sou de água, sou de terra,
Implorava a rosa a chorar
E assim implorava em sua espera...
As ondas, ro
Se não há mais carinho
Nem resquícios de amor
Não há por que de espinhos
Alimentarmos a dor
Se não há sinal algum
Seja de afeto ou gratidão
Não há por que de jejum
Alimentarmos o coração
E se não há mais desejo
Ainda que seja de estar
Selado ao ultimo b



