mini-cronicas (84)
Amor Ilícito.
Na escuridão da madrugada, o canto flébil dança,
solfejo doce em flexuosa harmonia.
O tempo farfalha, feito criança,
e ardente paixão reluz como estrela tardia.
Teus lábios, relicário tão dileto,
guardam segredos enigmáticos de amor profi
A Fôrma Livre do Amor.
O amor não cabe na fôrma, nem se ancorado,
vagueando, solfeja, farfalha em vadiice.
Nalgum lugar, talvez, acentua-se encantado,
arvorejando em doce mandriice.
Simplesmente, é um exemplo, dum rio em apogeu,
flui sem âncora, dalém