Posts de Márcia Aparecida Mancebo (1966)

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CPP, Onde Mora a Poesia

CPP,
Onde Mora a Poesia.

Neste mês especial,
No dia três de setembro,
De beleza sem igual,
Nascia — eu me lembro —
Uma casa de poesia,
Cheia de amor e alegria.

Aqui os poetas grafam,
Tingindo em várias cores
O que querem, desabafam,
As alegrias e as dores,
O que sentem pela vida,
Com a alma enternecida.

E nesta casa, a amizade
É um laço que nos une,
Com respeito e bondade,
Em gratidão se resume.
Aqui mora, em harmonia,
Muito amor e fantasia.

Parabenizo os poetas,
De ternura a alma repleta,
Por aqui deixar grafado
Os seus versos inspirados —
Um pacote diferente,
Embrulhado pra presente.

Parabéns, CPP!

Márcia Aparecida Mancebo
03/09/25

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Voo da Saudade

Voo da Saudade

Qual ave, a passar leve sobre os montes,  
Que, vistas aqui do chão, são quais estrelas
Meus olhos viajam para o horizonte,  
Ansiando rever tardes bem vermelhas.

Bem vermelhas, com raios do poente,  
Que espantam as dores e a solidão.  
Minha alma se agita, assim, de repente,  
Acordando o dormente coração.

Enquanto a mente adeja em recordar,  
Num voo suave sobre a saudade,  
Imitando os pássaros que, a voar,  
Revê o passado com claridade.

E, ao ver o teu semblante tão presente,  
Movimento minhas mãos para te alcançar.  
Tentativa intuída pela mente,  
Desejo ardente ... te ver regressar.

Márcia Aparecida  Mancebo 

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 Entardecer 

 
Do monte sinto o dia entardecer 
E vi no céu o rastro da esperança 
Antigas canções vinham sem querer 
Trazendo à mente uma doce lembrança.
 
Miragens são o véu da fantasia
E tomam o peito nas quietas tardes,
Mas há verdades na melancolia
Que brotam vivas trazendo saudade.
 
Ao ver-te surgir no meu belo sonho 
Com olhos feitos de constelação
Veio a inspiração e versos componho 
Guiando meus passos rumo a imensidão.
 
E sol se foi queimado o que era dor...
 
Márcia Aparecida Mancebo 
30/08/25
 
&
 
Poente 
 
Velhas canções são como o vento
 Cobrindo-me da poeira dos sonhos
Faço um pequeno monte me sento
E dali vem os versos que componho
 
Algumas são nada mais que miragens
Poemas além do alcance da sedução
Já outras férteis são aquelas imagens
 Gotas de oceano semeando meu coração
 
Fechei meus olhos deixei que entrasse
Por um instante a tempestade de areia
 Desenhei seu corpo até corar a sua face
 Seus cabelos vermelhos pareciam poesia.
 
Mais uma miragem era apenas o entardecer...
 
 Carlos Correa
 

 

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Dueto - João & Marcia

 O Amor é Como Uma Taça de Cristal! & Reflexos e Cacos, Recomeço ( João Carreira & Márcia Mancebo )

 

 
O Amor é Como Uma Taça de Cristal!
 
I
Na congruência do lume encantado,
Refuto a suspeição do sofrer,
O coração, pejado e marcado,
Ansiando por novo amor renascer.
 
II
A paixão carnal se faz desvelo,
Frágil cristal que cedo se parte,
Porém, o amor, diáfano e belo,
Transmuta a dor em nova arte.
 
III
Auspicioso é o sopro do vento,
Que traz acalanto e clarão,
No lume desperta o sentimento,
E guia-me à outra paixão.
 
IV
Do passado só guardo o ensejo,
Pois a alma deseja encontrar,
Em taça de cristal, o desejo,
Um novo amor pronto a brindar.
 
#JoaoCarreiraPoeta.
 
&
 
Reflexos e Cacos, Recomeço
 
No reflexo desta taça brilhante,
Vejo o amor em sua forma mais pura
Não qual uma dor que se faz constante,
Mas como ungüento que a tudo traz cura.
 
Vejo a paixão, qual chama ardente, e passa;
E o amor é brisa que sabe ficar.
Mesmo estando em cacos a velha taça,
existe beleza a se revelar
 
Se é benéfico o sopro do vento,
Trazendo esperança ao meu coração,
Traz luminosidade ao meu pensamento,
Pra que eu não veja o amor — mera ilusão!
 
Não penso mais no que me foi levado,
Pois cada fim tem um recomeçar.
Guardei a velha taça do passado,
Na espera de um novo amor vir brindar.
 
Márcia Aparecida Mancebo
31/08/25
 
 

 

 

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Quando a Noite me Toca

Quando a Noite Me Toca

Na noite em que a saudade chega mansa,
sentada na sacada, olhando a lua,
minha alma, a suspirar, leve, descansa,
e uma lágrima rola, lenta e nua.

Então, sinto uma mão em meus cabelos.
Um arrepio no corpo faz sentido...
Não adormeci, não é pesadelo:
um calafrio faz meu ser vencido.

A noite segue, e a lua prateada
é encoberta por véu da negridão.
A saudade me abraça qual amada
quando se deita em outro coração.

Então, acostumei, todas as noites,
a procurar pela lua feiticeira,
pra curar esta dor — a dor do açoite —
com as tuas mãos, minha luz derradeira.

Márcia Aparecida Mancebo
24/07/25

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Dueto poético: Márcia ( O Peso da Existência) & Teeh ( O Abraço da Existência)

Márcia


Se o mundo fosse mais humano e brando,
Eu seria a brisa que acaricia o rosto.

Teeh:

E eu sussurro: mesmo no mundo chorando,
Há um canto de paz no nosso encosto.

Márcia:


O pássaro frágil que voa em bando,
Silêncio que abraça a flor no jardim.

Teeh:


Voemos juntos, leves, com passo brando,
Na esperança que nunca diz “fim”.

Márcia:
Mas, diante do mundo, sinto medo,
Tanta maldade em cada direção.

Teeh:

Mesmo assim, teu olhar é segredo
Que ilumina o coração em aflição.

Márcia:


Ouço palavras que ferem sem pensar,
Que não creio que guardem carinho.

Teeh:


E eu te digo: há mãos a apoiar,
Vozes que acolhem o caminho.

Márcia:


Mapas que parecem não levar a nada,
Atalhos que sufocam a alma cansada.

Teeh:


Mas o coração sabe a estrada traçada,
Mesmo perdido, encontra a jornada.

Márcia:


Sinto habitar terra que o tempo isola,
Não existe história pra narrar.

Teeh:


Mas toda vida é uma ponte que se escola,
Ilhas têm beleza a nos encantar.

Márcia:


Corações duros que a dor não imola,
Estou na ilha, perdida no mar.

Teeh:


Mesmo lá, há estrelas que rolam à toa,
E mãos amigas vêm me abraçar.

Márcia Aparecida Mancebo/
Teeh Sant' Anna, 26/08/25

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A Última Página
 
Você é o culpado do meu pranto,  
da despedida sem eu merecer.  
Ao ir embora, levaste meu encanto,  
a razão que eu tinha para viver.
 
Se sobrevivi aos meus desencantos,  
só eu sei o que fiz para curar  
a dor que carreguei por todo canto,  
por tempo, te querer e te adorar.
 
Agora que a ferida se fechou,  
que o meu caminho se tornou mais leve,  
vens pedir pra esquecer o que passou,  
dizendo-me: Perdão, a vida é breve.
 
Hoje sei muito bem o que desejo:  
prefiro estar sozinha, sem sofrer.  
Carregar a cruz não é o que almejo.  
Nosso caso não dá pra reviver.
 
Márcia Aparecida Mancebo 
31/08/25
 
 

 

 

 

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Madrugada da Saudade

Madrugada da Saudade

Nas noites insones, a madrugada;
A mim é longa, cheia de saudade.
Com tua imagem na mente estampada.
Te vejo surgir de uma claridade.

Claridade, que adentra da vidraça;
Surges, para aumentar minha agonia.
E o mesmo filme na memória, passa;
do adeus naquela madrugada fria.

O tempo segue e teu vulto me abraça.
No devaneio que está ali presente.
No teu abraço sinto que me enlaça.
Minha alma anseia o que está em mente.

Então, desperto deste devaneio.
E a saudade, num ato derradeiro;
Para iludir este meu louco anseio.
Deixa o teu cheiro no meu travesseiro.

Márcia Aparecida Mancebo

ITAPEVA-SP

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Enquanto Viver, Sonharei.

Enquanto Viver, Sonharei

Sigo sonhando por onde caminho
Embora ouça de alguém que, pessimista:
— Que o sonho é uma ave só, sem um ninho;
— É algo irreal e jamais se conquista.

Mas sigo assim, sonhando... sem ouvidos.
Meus sonhos foram flor adolescente.
Hoje envelheceram, são coloridos,
E brilham qual a luz luminescente!

Vivo sonhando sempre, novos sonhos.
E sinto que faz bem ao coração.
Sem crer que os seus frutos são medonhos,
Se esvaem qual a fumaça da ilusão.

Não ouço o que dizem, é só pura inveja.
Jamais tiveram sonhos realizados,
O sonho por mais fútil que ele seja
Traz alento a quem vive desalmado.

Márcia Aparecida Mancebo
25/08/25
Itapeva-SP

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Restos de Sol

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                                                         Restos de Sol

Bela donzela desfila com seu cavalo branco.
Vestido esvoaçante ao vento, como ondas do mar.
Sua elegância vem dos tempos ancestrais, seus passos de uma bailarina clássica.

Olhos atentos ao seu companheiro, que parece entender a fala da dona, sacudindo a cabeça.
Um laço eterno com fragrância de liberdade.

No mesmo compasso, seguem como se ouvissem uma canção emitida pelos restos do sol no fim da tarde.
O caminho, coberto com o gramado onde flores se abrem num gesto sutil, amacia a trilha por onde vão.

O carinho, o tatear a crina do cavalo branco, demonstra a ternura que existe entre eles.
Assim seguem, com garbo.
Só se ouve o barulho de seus cascos sobre os galhos secos e os passos firmes de sua dona num final de tarde de outono.

Márcia Aparecida Mancebo
12/07/25

 

( Composição - Oficina Prosa Póetica sobre imagem )

 

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Semente interior

Semente Interior

Nada mudou desde aquele momento.
Está tudo igual, a mesma agonia,
O mesmo medo que o meu sentimento
Desvaneça e eu perca, toda a alegria.

Continuo florindo mesmo em inverno.
Se tudo é igual, há beleza nela.
Nada mudará o meu gesto terno.
Te esperarei à luz da arandela.

A teu lado aprendi: ver luz na ruína,
Ser tolerante, coisa que não era.
Com o tempo aprendi: viver minha sina,
Esperar contente pela primavera.

Se nada mudou desde aquele momento,
A esta agonia terei que dar fim,
Tirar este medo do pensamento
E plantar esperança dentro de mim.

Márcia Aparecida Mancebo
09/08/25

Itapeva, SP

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Lágrima Quente

Sentir a tal saudade é tão bonito
Que nela perco-me toda, a sentindo
O jeito de lembrar sempre medito.
Tudo parece igual, se repetindo!

É longo o caminhar... é infinito!
Estrada com espinhos me ferindo
Quem sente, sabe bem, deste conflito.
Parece suplicar aos meus ouvidos!

E como dói lembrar quem foi tão cedo
Quem num sussurro contei meu segredo!
Em seu regaço a paz acalentei...

Esta lágrima quente que derrubo
É por pensar demais no rosto rubro
Que muitos beijos lá depositei!

Márcia A Mancebo

&

A Saudade

Amiga essa vida é feita de tudo,
e nela a saudade é barco acorado
no cais do passado, porém sobretudo,
a saudade é a história em tempo dourado.

Amiga eu te digo com toda certeza:
a saudade vigia os portões do presente,
ela vem feito as águas com bem sutileza,
irrigando a história da vida da gente.

A saudade às vezes vem cheia de risos,
e cheia de cantos de vozes queridas,
de gente que a gente um dia gerou.

Outras vezes, amiga, a saudade é dorida
porque ao presente ela traz quem partiu
e findou a história na história da gente.

Edith Lobato

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Valsa do Tempo

Valsa do Tempo.

Em silêncio, assumo a madrugada,
Com minha alma a ecoar em ressonância.
A uma dor à luz transfigurada;
Onde repousam todas as minhas ânsias.

Um desejar ardente que angustia,
Em transcendência, num rito sutil;
A noite vela a dor em agonia,
Tornando-a branda num gesto gentil.

O tempo valsa sua efemeridade,
Como se fosse brisa entre os cabelos.
Meu coração querendo a liberdade;
Naufraga em desafio ao pesadelo.

Enquanto a mente anseia plenitude,
A vida se revela a cada traço.
Meu ser em movimento de atitude;
Tenta curar a dor passo a passo.

Márcia Aparecida Mancebo
Itapeva-SP< /em>

 

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O Peso da Existência

O Peso da Existência

Se o mundo fosse mais humano e brando,
Eu seria a brisa que afaga a face,
O pássaro tão frágil que anda em bando,
Silêncio que acolhe a flor que nasce.

Mas, diante do mundo, sinto medo.
Vejo tanta maldade onde caminho,
Ouço palavras que não são segredos,
Que não creio que existe carinho.

Vejo que há mapas — não levam a nada.
Atalhos que sufocam a minha alma.
Me sinto perdida nas madrugadas,
Tentando pensar no que me traz calma.

Sinto habitar terra que o tempo isola.
Não existe história pra contar.
Corações duros que a dor não imola...
Estou numa ilha, perdida no mar.

Márcia Aparecida Mancebo

Itapeva -SP

 

 

 

 

 

 

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Fica Comigo

Oh,meu amor fica comigo .
Tua ausência será o meu fim,
Seja meu esteio, meu abrigo;
Fica. Não se afaste de mim!

Oh, meu amor, não vá embora.
Enfrentaremos vendavais.
Mas se fores embora agora;
Ficarei a chorar meus ais.

Oh, meu amor fica ao meu lado
Do teu peito faça meu regaço.
Te peço: sigamos alados
Me sentirei forte em teus braços.

Oh, meu amor, triste fadario.
Confessa este amor sem medo
Se a vida disser só contrário
Faremos do amor, segredo.

Márcia Aparecida Mancebo
25/08/25

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É verdade.

 

É a mais pura verdade.
Que aquelas folhas no chão.
Dão encanto aos teus versos.
Enchendo-me de emoção.

Não deixa de ser verdade.
Que a vida é pura ilusão.
Mas amar é realidade.
E faz bem ao coração!

É verdade verdadeira
Que sonhar floresce a flor.
Sê regada a vida inteira,
Multiplica  todo o amor!

Márcia Aparecida Mancebo

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Sombras da Vida

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As lágrimas caem quentes e lentas,
São chuvas da minha alma em aflição.
São lamentos que nada aguenta,
Relâmpago mudo no coração.

Sinto-me um céu pesado, dolorido,
Uma tempestade presa no peito,
Nuvem solitária, sem abrigo;
Um gesto amoroso que foi desfeito.

Então interrogo-me pra entender
Se sou chuva carregada, sem trovão,
Águas represadas, sem ter poder
Como hei de aliviar esta tensão?

Chove em mim, mas ninguém sabe o porquê.
Ninguém vê minha face tão cansada;
São esfoliações deste meu viver.
São sombras da vida mal desenhada.

Márcia Aparecida Mancebo
Itapeva-SP

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Eco Noturno

Na madrugada escuto teu chamado,
sussurro antigo que não vai embora.
No véu da noite, é rastro iluminado;
em cada sonho, é dor que me devora.

Teu nome ecoa onde o silêncio habita.
Na quietude, o tempo se desfaz.
A alma desespera, mas não grita
ao brilho oculto que a angústia traz.

A madrugada veste o teu sorriso,
floresce em mim a luz do teu olhar.
Meu coração, sem rumo e sem aviso,
te busca sempre, mesmo sem te achar.

Este chamado que ecoa ao meu ouvido
é um abraço que não quer me largar.
Este teu nome, guardado e escondido,
envolve o meu ser que só quer te amar.

Márcia Aparecida Mancebo
24/08/25
Itapeva-SP

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O Tempo Flutua

O Tempo Flutua

Nesta madrugada, o amor me acobertou,
enchendo minha alma de paz e esperança.
Minha alma criou asas e voou,
fazendo pousada nas belas lembranças.

Na borda do tempo, escondeu vicissitudes;
atrás dos rochedos, vasculhou magias.
Minha alma entendeu que o amor é virtude:
é preciso ser regado todo dia.

Ah, essa minha alma tem sabedoria:
compreendeu que a esperança move a vida,
e que a vida é um mar doce de fantasia.
E, para vivê-la, é preciso ser atrevida.

Quem dera esse amor ficasse comigo...
minha vida seria tão diferente.
Nos braços do amor faria meu abrigo,
e meus sonhos seriam mais sorridentes.

Márcia Aparecida Mancebo

 

  

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