Voltar?
Voltar ou aceitar a reviravolta?
Seguir em frente e enfrentar
O que há de vir?
Sorrir um sorriso delinquente?
Chorar, sofrer, insistir?
Se as lágrimas continuarem punindo
O sorriso que teima em fugir
Se da boca palavras queixosas
Nos ouv
Voltar?
Voltar ou aceitar a reviravolta?
Seguir em frente e enfrentar
O que há de vir?
Sorrir um sorriso delinquente?
Chorar, sofrer, insistir?
Se as lágrimas continuarem punindo
O sorriso que teima em fugir
Se da boca palavras queixosas
Nos ouv
Partes de mim me trazem a reflexão,
Quando me acho no amargo da solidão,
Olho em volta e aí me vem à razão,
São súplicas que vem do coração,
Não se sinta só, seja mais um na multidão,
Sinta o sol, a chuva, erga sua visão,
Veja as nuvens em constante transf
Fiz-te andor no meu altar
Fustiguei com perfume a amanhã
preciosa e brejeira andante nos ventos
feita esboço e rascunho deambulando
entre as sombras e o atalho perdido
na expectativa dos tempos
Mastiguei cada palavra chilreando
de inspiração
Alim
Um dia quero ser outro.
Terei tempo
Para criar-me.
E sobre a arte de ser,
Falar-me.
Deixarei de lado
A sonolência do poeta.
Sairei para um mundo
Que não me conhece.
Sem o complexo dilema
Do poema.
Livre para ter
E sentir
O ir e vir
D
E qual é a novidade?
Estou perdido de novo...
Posso vagar pelas rachaduras da parede
Posso descansar sob a sombra do pinheiro
Eu posso sei que posso!
Sentindo o cheiro da relva
Conhecendo as criaturinhas que habitam meu gramado
Qual a novidade?
Se já não rec
Na historia que te contei muitos fatos inverídicos
No relato que me fizeste muitas verdades não provadas
La do fundo veio o grito...
De tua alma torturada
Se a verdade não é fato...
E se o fato não pode ser verdade...
Não tem sentido...
Não tem sentido...
P
Às vezes eu ouço seus pedidos de socorro
De todos aqueles afogados no mar
Submersos sem piedade
Às vezes parece que entendo
Que sei o que querem assim tão quietos
Estão procurando uma fuga das sombras
E como correr durante todo o dia tentando escapar da no
Oh! poderoso Mitra, tu és rocha
Germinaste da fonte que é sagrada
Debaixo da palmeira consagrada
E penetraste o povo como flecha
.
É o sol, a terra cobre como colcha
És filho de Aúra-Mada, os Persa agrada
E para honra-lo, a festa é não regrada
Você não tem culpa deste seu carisma
Nem do aroma que deixa no ar
Você não tem culpa de todo o seu charme
Nem do brilho maroto deste seu olhar
Você não tem culpa... não! Não tem!
De eu te amar assim
Meu amor não te con
Enfeitei meus poemas
Com as cores do pôr do sol
No vento esculpi meu verso
Fui meus versos fui reverso...
Numa taça de vinho
Enjaulei meu coração
Fui rabisco de poesia
A órbita da paixão...
Com fios de ouro bordei
Em folhas de papel de seda
Um p
Hoje folhas mortas,
Esquecidas no tempo,
Nostálgicas, órfãos,
De um passado distante.
Outrora, folhas verdes, reluzentes,
Admiradas, cheia de emoções,
Tão vaidosas e elogiadas,
O centro das atenções.
Hoje, desamparadas,
Frágeis lembranças,
Ocultas nas rugas,
Em desolação
Descortinou-se um novo horizonte
À minha janela recém aberta
E uma aragem que vem de longe
Flui pela alcova já deserta...
Vislumbro na larga campina
Um roseiral, cujas rosas amarelas
Entreabertas, recebem da neblina
Um colar de gotas quais pér
COMO POETA ESCREVI PARA VOCÊ
Como poeta, compus para você
Eram versos intensos
Em um monte de palavras submersas
Do pouco que restou
Das pegadas acobertadas pela dor
Vivi singrando lembranças de um amor
Das promessas vazias e esquecidas
De tudo o que
Fim de tarde
O dia já se foi
Levou você.
Fim de tarde
A noite vem
Espero por você.
A noite escura
Estrelas apagadas
Eu sem você.
Uivos de lobos
Pios de corujas
Fantasmas de você.
Amanhece
Adormeço
Sonho com você.
Outro dia
Outra tarde
O