Leonardo Mendonça, 9/3/2025
Que dia...
Reflexões que amaciam minha mente, sem mordomia
Enquanto o gato mia, ela dormia
e no meio de espasmos eu gritava buscando uma saída
Tentei.
Lutei e busquei sucesso onde meus sonhos residiam
Me entreguei de mãos atadas confiando no seu sorriso... dissimulado
Falso. mas claro, eu me clareava quando e olhava,
ouvindo belas falsas palavras, com a falsa esperança
de um dia ser amado...
Amei.
Me sujeitei a um amor sensível, eu, bandido,
virei um príncipe que sempre fui,
cumprindo com cada principio,
mas fu-gi de você que só queria meter e eu querendo te ter
mas me apaixonei quando não deveria, por quem não
me merecia e apeguei.
Paguei.
prejuízos, aprendizados, liras ouvidas enquanto
meus ouvidos lhe ouviam e guardavam palavras de amor.
Me disseram que quem ama mente
mas se o amor é uma mentira então queimem minhas
poesias, como queimei as suas no dia em que tu me
fez um merda, de repente.
Pouca idade, pouco juízo,
reflexos da vaidade e do extremismo,
enquanto me perdia no seu sorriso, tu cedia o seu ego pra me ter contigo
Pena que o tempo passa
Nada mais tem graça e o que era belo se perdeu em duras lágrimas
enquanto eu relembrava do sonho de ver nossos filhos na nossa casa, e quebrei a cara.
Nossa.... {[(sarcasmo)]}
Nada era nosso, pois o amor morreu,
quem sofreu fui eu,
tu foi embora e me deixou la fora sem saber as horas,
perdido.
Fui teu amigo, tu foi com suas amigas, me jogou de um precipício,
soltou minha mão e tirou o meu sentido.
Sentido? O que mais eu sinto? Tu sentia frio e eu te esquentava,
entre beijos, abraços, tragos e fumaça, mas nada disso importa, já
que teu coração não era meu e tu não se entregava.
Nunca foi meu.
Unilateralismo era o que meu ouvido ouvia em cada discussão que tu criava
e geria só pra ter razão.
Razão não... Porque razão nunca foi fruto de um pensamento predatório,
que busca o monopólio moral sem dar a mão.
Olho. (verbo)
Me amarrava em como tu me olhava, mas era possessão, de me ter pra se
satisfazer em uma guerra de egos clichê.
Me teve. Não fez por onde mas me entreguei até onde tu esteve,
até que tu não estava mais.
Vá em paz.
Mas não tire a minha, como tirou as minas da minha vida.
Mas que a razão não minta, a verdadeira paz é fruto da vida,
vida minha que tentei dividir mas ela foi partida.
Um porcento do meu tempo eu me dediquei àqueles momentos de relento,
frutos de um amor sereno que se desfez em pouco muito tempo.
Tento. Não me atentar à bohemia enquanto tu saia e eu em casa
buscando uma saída pras merdas que tu fazia e eu não conseguia...
Não consegui. Te vi partir, tu partiu.
Meu coração em pedaços, olhar calejado de
chorar por alguém que ocupava meu espaço e não ligou quando me quebrei em curtos
cacos afiados.
Você se foi, mas eu vim. Me reencontrei nos estudos, reajustei a rota e saí dos subúrbios.
Só tenho a te agradecer, por me fazer melhorar, errar, superar e prosperar.
Vá, mas não volte atrás, pois o que tu fez não se faz, preciso de paz e... aliás...
Sentimentos vão, momentos não voltam atrás, mas o aprendizado se mantém vivaz.
Comentários
SEJA BEM VINDO LEO!
Por favor leia o regulamento do site, alguma dúvida, fale comigo por enquanto.
Se eu não puder ajudar, eu encaminho.
Boas inspirações.
Muito obrigado! Tudo bem
