Minhas Atividade

J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Essa tardígrada boiada das lembranças
"Obrigado, cara Ciducha.
Que, naquelas sombras da caverna platônica do futuro, este nosso presente e os seus subsequentes vindouros dias, sejam-nos igualmente silhuetas reconfortantes pelo que terão — já então — representado frente a nossos desiderat…"
Domingo
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Essa tardígrada boiada das lembranças
"Obrigado pela mensagem incentivadora, cara Marcia.
Embora o tom do poema em tela pareça, à primeira mirada, algo tristonho, na verdade ele é percolado somente daquela doce nostalgia que sentimos quando compulsamos, vagarosamente, os velhos álbuns de…"
Jun 15
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Essa tardígrada boiada das lembranças
"Cara srta. Biscoli:
Os velhos elefantes, quando refestelados em seus banhos de lama protetora, devem lá excogitar das trilhas percorridas, que lá se fazem compridonas. Também, por vezes — sentado à varanda ou estirado numa cadeira reclinável —, fico…"
Jun 12
J. A. Medeiros da Luz commented on Angélica's blog post Diminuta(o)
"Cara Angélica:
sua mensagem nos patenteia a pequeneza da negatividade frente à grandeza das coisas pautadas na empatia, na lealdade e na boa vontade dos seres pensantes deste imenso cosmo. Parabéns!
Abraço. j. a.
 
 "
Mai 21
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Devenir
"Obrigado pelo comentário honroso, cara Angélica.
Neste poema não escapei daquela perplexidade humana frente à própria existência. Afinal, como escreveu Artur Coelho (nascido em 1889, em Sapé — PB e falecido em 1973, em New Jersey — USA): “A vida par…"
Mai 18
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Essa tardígrada boiada das lembranças
"Cara Angélica:
Obrigado pelos sempre gentis comentários. 
Abraço;
j. a."
Mai 16
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Essa tardígrada boiada das lembranças
"Como assinalei, há pouco , algo pleonasticamente, a um velho amigo, embarcadiço daquela já vaporosa nau da juventude, essas brenhas virtuais do poema, por onde vageia o tal "eu poético" é a própria vida, de quem somos inquilinos (por vezes bem mal c…"
Mai 14
J. A. Medeiros da Luz posted a blog post
Essa tardígrada boiada das lembrançasJ. A. Medeiros da Luz       Yo amo los mundos sutiles,       ingrávidos y gentiles,       como pompas de jabón.       — Antonio Machado (1875 – 1939)   O estralejar de folhas secas do outonoSob nossos pés, já alg…
Mai 14
J. A. Medeiros da Luz posted a blog post
DevenirJ. A. Medeiros da Luz O viver, tão provisório em seu devir,É símile — enquanto seja — daquela marchaDe aranha-d'água subindo a montanteContra as linhas de corrente do ribeiro:Pequenino Sísifo aquático sem rochedo, Mas com sina de igual tamanh…
Mai 12
J. A. Medeiros da Luz commented on Joyce Nascimento Reis's blog post Não sou desse mundo
"Cara srta. Joyce:
O divórcio entre nossas idealizações e a realidade distópica desta "terra dos humanos" — a que nos vemos irremediavelmente adstritos —, com suas mazelas mil (que catalisam a geração de legiões de falsos curandeiros),  realmente é d…"
Mai 10
J. A. Medeiros da Luz curtiu o post de Joyce Nascimento Reis Mãe
Mai 9
J. A. Medeiros da Luz curtiu o post de Angélica Às minhas Mães
Mai 9
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Ontem em Idaho chovia a cântaros
"Cara Angélica: 
Obrigado pela gentileza, inda mais com esses meus poemas meio "fora dos mancais", nesta estranha ampulheta do presente. O discurso poético, com seu transmudar de luzes sobre a realidade áspera, afinal nos ajuda a marchar nossos camin…"
Mai 7
J. A. Medeiros da Luz posted a blog post
Ontem em Idaho chovia a cântaros J. A. Medeiros da Luz  Pouco se nos dá, afinal de contas,Se ontem em Idaho chovia a cântaros,E que, por aqui, tenhamos sol, como nos asseveraA descritora do tempo — musa de ébano —, na TV.Sol que, somando-se ao chuvi…
Mai 7
J. A. Medeiros da Luz e NORMA SILVEIRA MORAES agora são amigos
Mai 4
J. A. Medeiros da Luz commented on J. A. Medeiros da Luz's blog post Minha lenda sobre o pequizeiro
"Perguntado por um amigo sobre a gênese dos nomes neste pequeno conto, afirmei-lhe que, não sendo filólogo de tupi-guarani, arrisquei um nome de deus: Pequiuatã... Quanto aos demais, são nomes e seres da teogonia dos Astecas (Centeotl, que aportugues…"
Mai 3
Mais…

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Sobre Mim

1) Qual o teu nome completo?

José Aurélio Medeiros da Luz


3) Data de nascimento (não é necessário o ano)

28/02/1957


4) Local de residência (apenas Cidade, Estado e País)

Ouro Preto, Estado de Minas Gerais, Brasil


5) Mini Currículo (trabalho, experiências, gostos e ou preferências, família, produção poético-literária...).

"Minicurriculum": Cá desta placa tectônica sul-americana onde se incrusta o Brasil, cabloco goiano, filho de catarinenses e residente nas Alterosas; nascido em 1957, formou-se em engenharia de minas, na Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto. Tem publicado artigos técnicos, capítulos de livros técnicos e livros de poesia.


6) Quem o/a indicou para a Casa dos Poetas e da Poesia (ou como ficou sabendo desta)?Cite o nome da pessoa que a/o indicou ou convidou.

Margarida Maria Madruga


8) Está ciente que as poesias eróticas (caso as tenha), devem ser postadas no Grupo de Literatura erótica?

sim


9) Concorda em participar e interagir conforme possa, com os demais membros nas atividades da Casa?

sim


10) Fique ciente que NÃO DEVE POSTAR mais que 3 (três) Mensagens por dia no Blog Geral?

sim


11) Caso possua, deixe o Link do Facebook, Recanto das Letras ou de qualquer outro site onde possamos saber mais de você.

http://https://belasartesbelas.ning.com/members/JoseAurelioMedeirosdaLuz


12) Publique neste espaço, um pequeno texto, que considere poético. Pode ser inspirado na hora. Não precisa que seja algo que tenha sido publicado. De certo modo: TODOS somos Poetas!

Arribada

J. A. Medeiros da Luz

 

E lá se vai!

A altivolante garça dos desejos

— Aquele tênue traço de pincel

Em alvaiade luminoso sobre

O azul cerúleo da imensidão —

Vai compassadamente estirando

Seu voo para incógnitas lagunas,

Para além do horizonte dos eventos,

Em rumo às neblinosas madrugadas

Onde se perdem, incomensuráveis,

Aquelas de dedinhos cor-de-rosa,

Rosidígitas — dizem — rododáctilas

Auroras, alvoradas coloridas

Daqueles tão longínquos e perdidos

Dias abarrotados de alegria

De nossos quintalejos infantis

Que por vezes se fazem colossais.

Ouro Preto, 2019.


CPP